O manifestante Erfan Soltani, de apenas 26 anos, que seria executado nesta quarta-feira (14) pelo regime iraniano, continua vivo e preso.
O Irã adiou a execução, segundo a ONG de direitos humanos Hengaw. Essa seria a primeira vez que a pena de morte seria aplicada contra um opositor do regime desde o início da onda de protestos que abala o país.
Soltani foi preso no último dia 8 na cidade de Karaj, nos arredores de Teerã, e sua família havia sido comunicada a respeito de sua execução, de acordo com a Iran Human Rights (IHR), entidade com sede na Noruega. Agora, a Hengaw afirma que a execução de Soltani, que se daria por meio de enforcamento, foi adiada. A organização diz estar em contato com a família do manifestante preso.
Dias antes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia dito que retaliaria caso o Irã executasse manifestantes.
"Se eles os enforcarem, vocês vão ver algumas coisas… Tomaremos medidas muito duras se fizerem algo assim".
O adiamento aconteceu horas depois de Trump dizer que não haveria execuções de manifestantes no Irã e que as mortes estavam diminuindo.
Estamos sobrevivendo graças a ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os "assuntos proibidos" no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
da Redação