
Delegada toma posse e é presa em seguida por motivo assombroso
16/01/2026 às 12:04 Ler na área do assinante
Na manhã desta sexta-feira (16), o Ministério Público de São Paulo deflagrou a Operação Serpens, que surpreendentemente prendeu uma delegada de polícia recém-empossada no cargo.
A suspeita contra a delegada é assombrosa. Ela teria ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A delegada foi identificada como Layla Lima Ayub. Nas redes sociais, ela se descrevia como delegada da Polícia Civil de São Paulo, ex-advogada criminalista e ex-policial militar do Espírito Santo. Layla tomou posse no cargo no dia 19 de dezembro do ano passado junto a outros 523 novos delegados.
Segundo o MP, a delegada mantinha vínculo pessoal e profissional com membros da facção. Ela teria exercido de forma irregular a função de advogada em audiência de custódia para presos integrantes da organização criminosa, após ter tomado posse como delegada.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de São Paulo e Marabá. Além da delegada, um integrante do PCC, que se encontrava em liberdade condicional, também foi detido, alvo de um mandado de prisão temporária.
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