EUA age rápido e mantém pressão sobre o Irã

16/01/2026 às 12:22 Ler na área do assinante

O Pentágono agiu rápido e mobilizou dois grupos de porta-aviões para manter a pressão sobre o Irã. Não há confirmações oficiais sobre as missões dos grupos centrados no USS Abraham Lincoln e no USS George H. W. Bush, apenas relatos múltiplos de autoridades sob anonimato e imagens de satélite.

O que se sabe é que ambos deixaram suas áreas e rumam na direção de posições de ataque ao Irã. No caso do Lincoln, ele e sua escolta com três destróieres e um submarino de propulsão nuclear começaram a se mover a oeste do mar do Sul da China, onde operavam.

Imagens de satélite mostram o momento da manobra de virada rumo ao mar da Arábia do gigantesco navio de propulsão nuclear. Ele carrega mais de 5.000 tripulantes, incluindo os aviadores que operam o caça de quinta geração F-35 Lightning 2 em sua versão naval, a C, e o usual F/A-18 Super Hornet que é padrão deste tipo de embarcação americana.

Sua escolta carrega grande poder de fogo, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, a arma preferida para ataques como um presumido ao Irã. Ele pode chegar à área de ação em uma ou duas semanas.

Já o Bush estava em seu porto em Norfolk, na costa leste americana, e o deixou sem aviso prévio na terça-feira (13). Ao mesmo tempo, o USS Theodore Roosevelt deixou sua base em San Diego, para cobrir a falta do Lincoln no teatro do Pacífico.

O Bush está no Atlântico Norte neste momento. Ele usualmente opera no Mediterrâneo, e a porção leste daquele mar é a área de ataque para qualquer ação contra o Irã: um grupo de porta-aviões fica por lá e outro, ao sul do Golfo Pérsico.

Como não houve comunicado oficial, o Bush pode apenas ficar em treinamento no oceano, por ora. Se rumar direto à costa de Israel com sua escolta semelhante à do Lincoln, deve chegar em talvez duas semanas ou menos.

A movimentação pode ser apenas um reforço de precaução. Quando os sinais de que Trump atacaria começaram a se acumular, havia um problema para as Forças Armadas dos EUA: nenhum grupo de porta-aviões estava presente.

Eles não são essenciais para um ataque, claro, que pode ser feito com mísseis de longa distância ou penetração de bombardeiros furtivos B-2, como ocorreu na ação que destruiu instalações nucleares no Irã em 21 de junho passado.

Mas sua presença garante muito mais poder de fogo aproximado e proteção, por meio dos sistemas antimísseis dos destróieres da escolta e pelos caças embarcados, das cerca de 20 bases que os EUA têm no Oriente Médio.

Na imprensa americana, há também relatos de que haverá deslocamento de ativos de defesa aérea, caças e bombardeiros para bases na região.

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