
A frase que Moraes soltou escancarando sua fúria com Bolsonaro
18/01/2026 às 12:21 Ler na área do assinante
Ao autorizar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, fez questão de deixar sua fúria explícita: o local não deve ser tratado como “colônia de férias”.
Moraes disse:
“Essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de JAIR MESSIAS BOLSONARO, condenado pela liderança da organização criminosa na execução de gravíssimos crimes contra o Estado Democrático de Direito, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias”, escreveu o ministro.
Puro sadismo.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "A Máquina Contra o Homem" e "O Fantasma do Alvorada", que falam justamente sobre a censura, estranhos acontecimentos dentro do STF e a perseguição contra Bolsonaro.
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