
Enfim, diretor-geral da PF responde Toffoli
16/01/2026 às 18:37 Ler na área do assinante
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli que a decisão de manter lacrados os bens e materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero compromete o avanço das investigações que apuram suspeitas de fraude envolvendo o Banco Master.
A manifestação da PF ocorreu após determinação de Toffoli, na quarta-feira (14), para que as provas ficassem sob a custódia direta de seu gabinete no STF. Embora reconheça a legitimidade do controle judicial, a corporação avalia que a medida impede o aproveitamento das chamadas “horas de ouro”, período imediatamente posterior à apreensão, considerado crucial para evitar a perda automática de dados por sistemas de segurança e mecanismos de proteção dos equipamentos.
Os esclarecimentos foram apresentados depois que o ministro cobrou explicações sobre o fato de a operação não ter sido deflagrada dentro das 24 horas seguintes à autorização judicial. Na mesma resposta, a PF solicitou que Toffoli reconsiderasse a decisão de lacrar o material e mantê-lo sob a guarda do Supremo, argumentando que a falta de acesso integral aos autos também prejudicou o andamento dos trabalhos.
Paralelamente ao pedido da Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República também se manifestou, solicitando a revisão da medida. Diante disso, Toffoli decidiu que as provas fossem encaminhadas à PGR. Com essa definição, a PF permanece impedida de analisar imediatamente os equipamentos apreendidos, enquanto a Procuradoria, responsável por eventuais denúncias, poderá examinar o conteúdo.
Mesmo sem acesso direto, o ministro determinou que a Polícia Federal mantenha os aparelhos carregados e isolados de redes telefônicas e de wi-fi, como forma de preservar os dados armazenados. A orientação busca evitar qualquer alteração no material até que a análise seja autorizada.
Sobre a alegada demora na deflagração da operação, Andrei Rodrigues negou que tenha havido inércia ou intenção de descumprir ordem judicial. Segundo ele, informações sensíveis precisavam ser confirmadas antes do cumprimento das medidas, o que demandou mais tempo, especialmente porque alguns alvos estavam em deslocamento ou viagem, dificultando a confirmação de endereços.
O diretor-geral também citou a realização de outras grandes operações já programadas para o mesmo período, como a Operação Overclean, que investiga desvios de emendas parlamentares. Por fim, afirmou que todas as informações foram devidamente comunicadas ao STF antes do prazo inicialmente fixado, inclusive por ligação telefônica ao gabinete de Toffoli e por mensagens, reiterando que as limitações de acesso ao material impactaram diretamente o ritmo da investigação.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "A Máquina Contra o Homem" e "O Fantasma do Alvorada", que falam justamente sobre a censura, estranhos acontecimentos dentro do STF e a perseguição contra Bolsonaro.
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