O colapso da Justiça e o grotesco espetáculo midiático da velha mídia

17/01/2026 às 12:24 Ler na área do assinante

Um dos espetáculos midiáticos mais grotescos da história da “imprensa” brasileira é a afetação exibida por militantes de redação nos últimos dias, diante do colapso da Justiça — um colapso em que autoridades disputam quem aprofunda mais a degeneração institucional ao proteger explicitamente promotores de esquemas corruptos, com os quais mantêm relações promíscuas.

Ora, esses militantes de redação apoiaram a anulação da Lava Jato e a descondenação dos envolvidos no maior escândalo da história, ao mesmo tempo em que, com entusiasmo, ajudaram a reabilitar politicamente — e a conduzir de volta ao poder — um de seus líderes, que havia sido condenado e preso. Paralelamente, justificaram e aplaudiram a criminalização de opositores, por meio de censura e de perseguição judicial implacável, viabilizadas pela subversão de garantias constitucionais.

Era mesmo tão difícil prever que o desfecho seria a consolidação de um Estado ainda mais corrompido — e, pior, progressivamente mais autoritário e repressivo?

Leandro Ruschel.

A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:

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Veja a capa:

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