Delegados da PF vão pra cima de Toffoli e situação fica insustentável

17/01/2026 às 18:32 Ler na área do assinante

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) manifestou preocupação com a condução das investigações do caso Banco Master pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A entidade divulgou nota pública neste sábado (17) apontando interferências nas prerrogativas dos delegados responsáveis pelo caso.

No documento, a ADPF descreve a situação como um "cenário, de caráter manifestamente atípico", indicando que as medidas adotadas pelo ministro relator dos inquéritos divergem do que seria considerado "prática consolidada no ordenamento jurídico brasileiro" quanto à "atuação conjunta" entre a PF e o STF.

A associação afirma estar acompanhando "com elevada preocupação o desenvolvimento das investigações relacionadas ao Master". O texto aponta que "há indícios de que prerrogativas legalmente asseguradas aos delegados de PF responsáveis pela condução do feito vêm sendo indevidamente mitigadas".

O documento estabelece distinções entre as atribuições das autoridades envolvidas no processo investigativo. "Aos ministros do Supremo compete o exercício da jurisdição constitucional (...) aos delegados, por sua vez, incumbe a condução da investigação criminal", esclarece a ADPF.

Entre os problemas identificados pela associação estão ordens judiciais que comprometeriam a autonomia investigativa da Polícia Federal. "Há notícias de que decisões judiciais vêm determinando a realização de acareações, prazos exíguos para buscas e apreensões, bem como para inquirições, à margem do planejamento investigativo estabelecido pela autoridade policial", informa a nota.

A ADPF também questiona procedimentos específicos determinados pelo ministro relator. "Registra-se a existência de determinações judiciais relativas à lacração de objetos apreendidos, ao encaminhamento de materiais para outros órgãos e, ainda, à escolha nominal de peritos para a realização de exames periciais, providências que destoam dos protocolos institucionais da PF", aponta o documento.

A entidade destaca que as determinações judiciais contrariam procedimentos internos da própria instituição policial. "Cumpre salientar, a título de exemplo, que, nem mesmo no âmbito interno da PF, a designação de peritos ocorre por escolha pessoal ou nominal da autoridade policial", explica a nota.

A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber

Veja a capa:

da Redação
Ler comentários e comentar
Ler comentários e comentar

Nossas redes sociais

Facebook

Siga nossa página

Seguir página

Twitter

Siga-nos no Twitter

Seguir

YouTube

Inscreva-se no nosso canal

Inscrever-se

Instagram

Siga-nos no Instagram

Seguir

Telegram

Receba as notícias do dia no Telegram

Entrar no canal

Rumble

Inscreva-se no nosso canal

Inscrever-se

Gettr

Siga-nos no Gettr

Seguir

Truth

Siga-nos no Truth

Seguir