Viviane Barci foi fragorosamente derrotada na única ação em que defendeu Daniel Vorcaro

19/01/2026 às 06:54 Ler na área do assinante

A queixa-crime por calúnia e difamação movida pelo Banco Master e seu CEO, Daniel Vorcaro, contra Vladimir Joelsas Timerman, fundador e gestor da Esh Capital, foi rejeitada em todas as instâncias da Justiça paulista. O processo, iniciado em outubro de 2024, teve como representantes legais dos autores o escritório Barci de Moraes, pertencente à esposa do ministro Alexandre de Moraes. A decisão final ocorreu em 31 de outubro de 2025, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a rejeição da ação.

Esta é, até o momento, a única ação conhecida em que o escritório de Viviane Barci de Moraes atuou na defesa do Banco Master. Além dela, seus filhos Alexandre e Giuliana Barci de Moraes também participaram da representação legal, junto com outros advogados do escritório familiar.

A disputa teve origem em denúncias feitas por Timerman sobre supostas operações fraudulentas envolvendo fundos ligados ao empresário Nelson Tanure e o Banco Master no contexto da construtora Gafisa, empresa da qual o gestor da Esh Capital é acionista. Essas denúncias levaram à abertura de investigação pela Comissão de Valores Mobiliários.

A queixa-crime foi inicialmente rejeitada pela 14ª Vara Criminal de São Paulo por ausência de justa causa. Após recurso dos autores, a Procuradoria-Geral de Justiça emitiu parecer contrário, citando a falta de "provas suficientes de dolo específico de ofender", o que levou à manutenção da rejeição pela 2ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP.

Como resultado da derrota judicial, Vorcaro e o Banco Master foram condenados a pagar R$ 5,5 mil em honorários sucumbenciais aos advogados de Timerman. O caso foi encerrado definitivamente após o julgamento dos embargos declaratórios em dezembro de 2025.

Em uma nova etapa do conflito, Timerman protocolou uma notícia-crime por denunciação caluniosa contra Vorcaro no Ministério Público de São Paulo. Na representação, o gestor afirma que a escolha do escritório "da esposa de um ministro do STF", o Barci de Moraes, "dentre os 77 mil processos do Banco Master e dezenas de escritórios que defendem a instituição" teve "evidente propósito intimidatório".

O contrato entre o escritório Barci de Moraes e o Banco Master, apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, tinha escopo amplo para representação jurídica da instituição financeira. O acordo poderia ter rendido R$ 130 milhões ao escritório se fosse integralmente cumprido, o que não ocorreu devido à liquidação do banco pelo Banco Central em novembro de 2025.

Timerman ressalta em sua notícia-crime que uma denúncia anterior enviada por ele ao MPF em 2023 resultou na abertura de inquérito sobre as supostas operações fraudulentas. Em dezembro de 2025, essa investigação culminou na denúncia de Tanure pela Procuradoria por insider trading, o que reforçaria suas acusações iniciais.

O gestor também destacou um parecer da Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo, emitido em um processo de stalking movido por Tanure contra ele, que reconheceu a procedência dos fundamentos das denúncias feitas sobre o empresário, a Gafisa e o Banco Master.

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