
URGENTE: Técnicos de enfermagem cometem assassinatos em série e são presos no DF
19/01/2026 às 11:13 Ler na área do assinante
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu três técnicos de enfermagem acusados de assassinar pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga. As prisões ocorreram nesta segunda-feira (19), após investigações sobre a morte de três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva entre novembro e dezembro de 2025.
Os suspeitos teriam administrado um composto químico na corrente sanguínea das vítimas, substância capaz de provocar parada cardíaca sem deixar vestígios evidentes. A operação policial, denominada Anúbis, foi realizada em duas fases distintas.
A primeira fase aconteceu em 11 de janeiro, quando agentes da PCDF, com apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE), cumpriram mandados de busca e apreensão em residências de Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas. Dois investigados foram detidos temporariamente nesta etapa.
Na segunda fase, realizada na última quinta-feira (15), os policiais cumpriram mais um mandado de prisão temporária. Dispositivos eletrônicos foram apreendidos em Ceilândia e Samambaia para análise das comunicações entre os suspeitos.
O Hospital Anchieta foi responsável por identificar as circunstâncias suspeitas e iniciar as investigações. Em comunicado oficial, a instituição declarou: "O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex-funcionários da instituição."
A nota explica as medidas tomadas: "Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes."
A administração do hospital também solicitou formalmente a abertura de inquérito policial: "Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos os quais já haviam sido desligados da Instituição, prisões as quais foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026."
A Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP) conduz a Operação Anúbis e mantém os nomes dos acusados em sigilo. Os investigadores trabalham para esclarecer a dinâmica das mortes, o papel de cada suspeito e se há outros envolvidos.
O Hospital Anchieta informou que contatou as famílias das vítimas para prestar esclarecimentos. A instituição se posicionou como vítima das ações dos ex-funcionários e manifestou solidariedade às famílias, comprometendo-se a colaborar com as autoridades.
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