Presidente do STF se manifesta pela primeira vez sobre o “Toffolão” e comete um erro imperdoável

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, se manifestou sobre o caso envolvendo o ministro Dias Toffoli, relator do processo do Banco Master.

Diante de pedidos pela suspeição do ministro relator do processo, e questionamentos sobre decisões tomadas no inquérito, Fachin afirmou que "eventuais vícios ou irregularidades alegados serão examinados nos termos regimentais e processuais".

Ao citar nominalmente Toffoli, Fachin citou a "regular supervisão judicial" que vem sendo feita pelo relator, rebatendo críticas de que a Corte estaria extrapolando suas funções ou interferindo indevidamente em órgãos de controle.

"A seu turno, a Corte constitucional brasileira se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório, e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, porem, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo Ministro relator, DIAS TOFFOLI”, disse.

Fachin afirmou que o STF não aceitará pressões de natureza política ou midiática que visem desmoralizar a instituição.

Eis o erro imperdoável. O STF já está desmoralizado, sem credibilidade e com a imagem totalmente desgastada.

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da Redação