Toffoli dobra a aposta

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixou claro que pretende permanecer na relatoria das investigações envolvendo o Banco Master, mesmo diante das críticas e pedidos de afastamento. 

A interlocutores, Toffoli afirmou que seguirá no comando do inquérito e que está disposto a enfrentar o desgaste político e institucional. Segundo relatos, o ministro disse que vai “conduzir regularmente, com tranquilidade” e que está preparado para “apanhar o que tiver que apanhar” para continuar à frente das apurações. Em tom categórico, completou:

“Não vou abrir mão.”

A posição do ministro foi reafirmada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitar os pedidos apresentados por parlamentares da oposição que solicitavam seu afastamento da relatoria. A decisão da PGR foi interpretada por Toffoli como um respaldo institucional à sua atuação no caso.

As contestações à condução do inquérito começaram após a imposição de sigilo sobre o processo. Posteriormente, ganharam força com a revelação de uma viagem em jato particular ao lado de um dos advogados envolvidos e se intensificaram com a divulgação de negócios privados que envolveriam familiares do ministro e um fundo com ligações ao Banco Master.

A representação contra Toffoli foi apresentada pelos deputados Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Carolina De Toni (PL-SC). Após a decisão da PGR, o ministro divulgou nota na qual afirmou que “todos os requerimentos formulados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal foram integralmente deferidos”. Segundo ele, “em razão disso, todas as medidas investigativas foram autorizadas pelo relator, e as apurações encontram-se atualmente sob a custódia da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, responsáveis pela análise do material e pela instrução dos procedimentos”.

Internamente, Toffoli também respondeu a ministros do STF que demonstraram desconforto com o caso. De forma direta, lembrou que episódios envolvendo viagens em jatos de empresários não são inéditos no tribunal e que sua situação não difere de outras já conhecidas nos bastidores da Corte, embora não tenha citado nomes.

Como parte dos próximos passos, Toffoli determinou que diretores do Banco Master prestem novos depoimentos já na próxima semana. Além disso, o ministro planeja uma nova conversa reservada com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

O encontro tem como objetivo esclarecer ruídos surgidos entre o STF e a PF, especialmente após decisões tomadas por Toffoli durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, numa tentativa de reduzir tensões institucionais e alinhar procedimentos entre os órgãos envolvidos.

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da Redação