URGENTE: Finalmente, é revelada a relação cabulosa do PT com o Banco Master
24/01/2026 às 10:25 Ler na área do assinanteUm movimento liderado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, foi decisivo para viabilizar a contratação de Guido Mantega pelo Banco Master. Conforme revelou o site Metrópoles, o ex-ministro da Fazenda passou a atuar como consultor da instituição controlada por Daniel Vorcaro, com remuneração mensal de R$ 1 milhão.
A contratação ocorreu após o governo federal recuar da intenção de indicar Mantega para o Conselho de Administração da Vale. À época, a reação negativa do mercado financeiro pesou contra a nomeação, interpretada como tentativa de ingerência política, apesar de a mineradora ter natureza formalmente privada e manter relações institucionais com o poder público.
Atuação estratégica e tentativa de venda do banco
Dentro do Banco Master, a principal atribuição de Mantega foi atuar como facilitador nas negociações para a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). O ex-ministro prestou serviços até poucas semanas antes de o Banco Central decretar a liquidação do banco, em novembro do ano passado. Os valores pagos pelo trabalho podem ter alcançado, ao menos, R$ 11 milhões.
A aproximação entre o banco e quadros ligados ao PT aconteceu em um período em que o Master mantinha diálogo frequente com figuras centrais do governo. Esse cenário contrastou com o discurso adotado pelo presidente Lula nesta sexta-feira, 23, em Maceió, quando criticou duramente o controlador da instituição, sem citá-lo nominalmente, e mencionou a “falta de vergonha na cara” de quem o apoia.
Circulação no Planalto e registros oficiais
Durante o período em que atuou como consultor, Mantega esteve pelo menos quatro vezes no Palácio do Planalto ao longo de 2024. Registros oficiais apontam encontros nos dias 22 de janeiro, 1º de abril, 29 de outubro e 4 de dezembro, sempre com o chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro. Nas agendas, Mantega aparece descrito apenas como ex-ministro da Fazenda, sem referência ao Banco Master.
Os dados foram reunidos a partir da plataforma Agenda Transparente, mantida pela ONG Fiquem Sabendo. Em agosto de 2025, o jornal O Globo informou ainda que houve uma reunião entre Lula e Daniel Vorcaro em 2024, encontro que não constou nos registros públicos.
A ligação política do Banco Master não se restringia a Mantega. Ela passava também por Augusto Lima, sócio de Vorcaro e ex-CEO da instituição, que mantém proximidade tanto com Jaques Wagner quanto com o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Lima, inclusive, esteve presente no palanque do evento em que Lula fez críticas a defensores do banco, reforçando a percepção de trânsito político do grupo nos bastidores do governo.
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da Redação