Entidade de grande nome quer explicações do irmão de Toffoli

29/01/2026 às 05:51 Ler na área do assinante

A Transparência Internacional Brasil voltou a pressionar por esclarecimentos envolvendo a origem de recursos atribuídos ao padre José Carlos Dias Toffoli, irmão do ministro Dias Toffoli, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Em publicação feita na rede social X, a entidade afirmou:

“Esperamos que o padre J. C. Dias Toffoli tenha comprovação da origem dos recursos e que seus investimentos em hotelaria de luxo possam ser esclarecidos, assim como os negócios com gente ligada ao Master e à JBS”.

A cobrança ocorreu após a divulgação de novos documentos e reportagens que apontam a participação de familiares do ministro em empreendimentos ligados à rede de resorts Tayayá, localizada no Paraná. As informações indicam, inclusive, a existência de um segundo projeto em fase de construção às margens do Rio Paraná. De acordo com as apurações, irmãos de Toffoli teriam atuado como sócios em empresas relacionadas aos resorts, além de assinarem atos societários durante assembleias.

Cobranças se intensificam após novas revelações

O novo posicionamento da Transparência Internacional reforça manifestações anteriores da entidade sobre o mesmo tema. Na quinta-feira, 22, a organização já havia declarado que “já há um conjunto de evidências muito mais que suficientes para que a PGR [Procuradoria-Geral da República] e o Senado instaurem procedimentos de apuração”.

Na ocasião, a entidade destacou dados divulgados pela imprensa que apontam aportes financeiros ligados a pessoas e estruturas associadas ao Banco Master, movimentações envolvendo a venda de cotas societárias, envio de recursos ao exterior e registros que sugerem a utilização frequente do resort pelo ministro do STF.

Além disso, horas depois, a organização criticou a decisão da PGR de arquivar o pedido de afastamento de Dias Toffoli da relatoria de um processo que envolve o Banco Master no Supremo. Ao comentar uma nota divulgada pelo ministro Gilmar Mendes sobre o arquivamento, a Transparência Internacional declarou:

“A sociedade e as instituições brasileiras precisam impedir que o Sistema de Justiça funcione como um grande Gilmarpalooza”, em alusão ao apelido atribuído por opositores ao Fórum de Lisboa, evento anual organizado por instituto do qual Gilmar Mendes é sócio-fundador.

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da Redação
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