Zanin e sua trupe, nova derrota no STF, a segunda da semana

A quantidade enorme de ações e recursos propostas pelos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem proporcionado derrotas cotidianas nos tribunais.

Somente esta semana, já foram dois revezes. Um no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), nesta segunda-feira (27), e outro no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (28).

O TRF-4 manteve o bloqueio sobre os 16 milhões de Lula, sem origem lícita comprovada.

No STF, o cliente era o filho de Lula, o tal Fábio Luís, o Lulinha, contra um deputado tucano, Domingos Sávio.

Lulinha entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de queixa-crime contra o deputado, requerendo a sua condenação pelos crimes de "calúnia, injúria e difamação". 

O tucano em 2015 disse o seguinte: ‘a roubalheira na Petrobras começou lá no governo Lula e o Lulinha filho dele é um dos homens mais ricos do Brasil hoje’.

Disse, também, que Lula e o filho deveriam ser investigados, porque Fábio Luís teria ficado rico ‘do dia para a noite’.

‘É uma bandalheira, o homem tá comprando fazendas de milhares e milhares de hectares. É toda semana. É um dos homens mais ricos do Brasil. E ficou rico do dia pra noite, assim como num passe de mágica’, disse Domingos Sávio na ocasião.

Cristiano Zanin argumentou na ação que o deputado "demonstrou profundo desprezo pelo querelante (Lulinha), humilhou-o e ridicularizou-o".

"O querelante à toda evidência, não é e nem nunca foi proprietário de qualquer fazenda, não compra fazendas semanalmente, nunca adquiriu qualquer fazenda, não é rico, não é um dos homens mais ricos do Brasil. Não ficou rico fruto de roubalheira, nem enriqueceu ilicitamente por estar envolvido diretamente com o poder", afirmou a defesa.

A relatora ministra Rosa Weber negou a pretensão de Lulinha e foi acompanhada pelos demais integrantes da Primeira Turma.

A decisão foi unânime.

da Redação

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