A promiscuidade como base da união conjugal

O que se vê no cenário político é a união conjugal se fortalecendo com o envolvimento do casal em coisas ruins, em coisas erradas e em ilicitudes.

Às pessoas de bem, com boa formação, não conseguem realmente compreender como isto é possível, como se forja uma relação lastreada na desonestidade e em golpes contra a sociedade, contra o povo.

Como dormem essas pessoas? Será que a noite antes de adormecer contabilizam o produto das coisas erradas que fizeram?

E no meio político não são poucos os exemplos. Às vezes o cônjuge que não está envolvido diretamente fecha os olhos e finge não perceber nada. O que não o exime de culpa.

Todavia, nos exemplos da imagem que ilustra a matéria – Cabral e Adriana, Garotinho e Rosinha e Paulo Bernardo e Gleisi - tudo indica que os casais, além de marido e mulher, eram comparsas, planejavam e atuavam juntos e dividiam o produto do crime.

Como vivem? Como encaram os filhos? Como ainda tem a capacidade de mentir e se dizerem inocentes?

É a lama generalizada.

Acorda Brasil!

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

Mais de Amanda Acosta

Comentários