Vem à tona revelação envolvendo ex-ministro de Dilma e Banco Master que poderia ter devastado o país
31/01/2026 às 14:54 Ler na área do assinanteO ex-ministro do Esporte no governo Dilma Rousseff (PT), Ricardo Leyser Gonçalves, atuou diretamente para tentar viabilizar a participação do Banco Master no programa Minha Casa, Minha Vida. A proposta previa um modelo de atuação sem qualquer vínculo administrativo ou financeiro com a Caixa Econômica Federal e foi apresentada ao governo Lula em reuniões e posteriormente formalizada em um ofício enviado, em março de 2024, ao ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho.
No documento, com 16 páginas, Leyser se apresenta como diretor da VBG Engenharia e Empreendimentos e afirma que a empresa desenvolveu instrumentos operacionais voltados ao Minha Casa, Minha Vida em parceria com o Banco Master, o Banco Digimais e o Banco Genial. Segundo o texto, a proposta foi discutida em 23 estados, em encontros que reuniram mais de 1,2 mil gestores municipais.
A iniciativa tinha como foco permitir a atuação de instituições financeiras privadas na construção de moradias em municípios com até 80 mil habitantes. Nesse desenho, bancos como o Master receberiam recursos da União e ficariam responsáveis por contratar construtoras para executar as obras habitacionais.
Ao defender o modelo, Leyser argumentou que a chamada “modalidade Oferta Pública” poderia acelerar a execução do programa habitacional. “A modalidade Oferta Pública traz vastas oportunidades ao Ministério das Cidades se o objetivo é impulsionar e dar celeridade à execução do Novo Minha Casa, Minha Vida. Essas oportunidades decorrem da natureza privada das Instituições que participam da Oferta Pública”, escreveu.
Segundo ele, instituições privadas teriam maior agilidade operacional e flexibilidade para criar sistemas e processos adequados às necessidades do programa, especialmente em cidades menores.
“São instituições mais enxutas, com grande capacidade operacional e enorme flexibilidade para criar sistemas e processos que atendam às necessidades do Novo PMCMV, em especial no universo de mais de 5 mil municípios com população igual ou inferior a 80 mil habitantes”, sustentou.
No ofício, Leyser também criticou qualquer tentativa de subordinar bancos privados à Caixa Econômica Federal. “Subordinar a Modalidade Oferta Pública a qualquer tipo de subordinação financeira e/ou administrativa à CEF [Caixa Econômica Federal] significa a inviabilização da participação das instituições financeiras privadas e um desrespeito à própria CEF”, afirmou.
As consequência poderiam ter sido devastadoras ao país, principalmente aos mais pobres. Que situação...
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da Redação