

O pastor Silas Malafaia informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não cometeu ofensa contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva, sustentando que suas declarações se limitaram a “críticas”. A manifestação integra a resposta apresentada à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), que o acusa de injúria e calúnia.
Na peça enviada ao STF, Malafaia argumenta que suas falas não tiveram caráter pessoal nem intenção de atingir a honra de qualquer autoridade específica.
“Reitere-se que não houve ofensas, mas, sim, críticas. E as críticas apresentadas foram genéricas, não se voltando contra pessoas específicas ou identificando quem quer que seja, e, obviamente, não tendo o intuito de desonrar a suposta vítima”, declarou na defesa.
O pastor também fez questão de registrar, no documento, seu “apreço e confiança nas Forças Armadas Brasileiras e na maioria de seus oficiais generais”. Além disso, apresentou retratação formal, na qual afirmou que não teve a intenção de atingir a honra do general, seja de forma objetiva ou subjetiva, direta ou indireta.
A denúncia contra Malafaia foi assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, no dia 18 de dezembro, após representação apresentada pelo comandante do Exército. Dias depois, em 26 de dezembro, o pastor reagiu publicamente tanto à iniciativa da PGR quanto ao prazo estipulado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, para que se manifestasse.
Na defesa, Malafaia voltou a sustentar que jamais mencionou o nome de Tomás Paiva durante o discurso feito em abril de 2025, na Avenida Paulista, em ato que defendia a anistia aos presos pelos eventos de 8 de Janeiro. Segundo ele, as declarações tiveram como alvo o Alto Comando do Exército de forma ampla, em razão da prisão do general Walter Braga Netto.
“Eu disse que os generais de quatro estrelas, o alto comando do Exército, eram uma cambada de frouxos, covardes e omissos, porque ficaram quietos diante da prisão injusta e vergonhosa do general Braga Netto em dezembro do ano passado. Na manifestação, eu não cito o nome do general Tomás Paiva. Como é que ele me denuncia como se eu citasse o nome dele? Aqui está a primeira aberração”, afirmou Malafaia à época.
O processo segue em análise no Supremo Tribunal Federal.
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