Delegado chora indignado com mais um crime de um sociopata reincidente, mas juíza manda soltar

31/01/2026 às 20:56 Ler na área do assinante

O “braziu” de lula é impressionante.

Um país onde um delegado que faz seu trabalho chora ao se deparar com um sociopata reincidente que tortura uma menina de 16 anos, agride e deixa em coma outro menino, além de outros processos.

E onde uma juíza absolutamente irresponsável coloca esse demente de volta às ruas depois de pagamento de fiança.

O preço: essa senhora mantém seu emprego, mas não dorme mais.

Quando essa aberração cometer outro crime - e vai acontecer - ela será CÚMPLICE.

Nada mais, nada menos.

Leia o texto publicado no Diário de Ceilândia:

O delegado que sentiu a dor que a lei ignorou
Na madrugada de 22 de janeiro, Pedro Arthur Turra, 19 anos, espancou um adolescente de 16 anos após discussão por um chiclete. A vítima sofreu parada cardíaca por 12 minutos, teve a calota craniana removida e permanece em coma em uma UTI.
Pedro foi preso em flagrante. No dia seguinte, pagou R$ 24,3 mil de fiança e foi solto. A juíza Ana Claudia Loiola entendeu que a conduta "não evidencia periculosidade exacerbada".
Enquanto isso, o delegado Pablo Aguiar investigava. O que encontrou foi assustador: quatro inquéritos policiais contra o mesmo agressor.
Em junho de 2024, Pedro forçou uma adolescente a beber vodka. Depois, torturou a mesma garota com taser, descarregando o aparelho completamente enquanto ria. No mesmo mês, espancou jovem em praça. Em julho, agrediu homem de 49 anos.
Nesta sexta-feira (30/1), durante coletiva de imprensa, ao falar sobre o depoimento da adolescente torturada, Pablo Aguiar chorou.
"Sinto a dor de um pai", disse, a voz embargada. "Ele não tem condição de viver em sociedade."
Ali estava a diferença entre quem vê processos e quem vê pessoas. A juíza encontrou "ausência de periculosidade" em quatro inquéritos. O delegado identificou um sociopata que tortura rindo.
Pablo fez seu trabalho: reuniu provas, documentou padrões, ouviu vítimas. Revelou que mais de 10 pessoas têm medo de denunciar Pedro. Agora deposita esperança no Ministério Público, especialmente no Gaeco, e no Judiciário para que "enxerguem o caso com mais seriedade".
Um delegado não deveria precisar chorar em público para que o sistema leve a sério um torturador. Mas talvez suas lágrimas sejam o alerta que faltava: isso não é burocracia. São vidas destroçadas.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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