Morte de jovem de 26 anos, até então considerada acidente, passa a ser investigada como homicídio
01/02/2026 às 05:41 Ler na área do assinanteA morte de Beatriz Callegari de Paula, de 26 anos, encontrada ao lado de uma piscina no quintal de uma casa em Lins (SP), no dia 16 de janeiro, passou de suspeita de acidente para investigação de homicídio após um laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontar afogamento como causa da morte dela.
Uma amiga da vítima, Grazielli de Barros Silva, de 40 anos, foi presa temporariamente, na terça-feira (27), suspeita de envolvimento no caso.
As duas trabalhavam como operadoras de caixa em um supermercado e eram consideradas bem próximas. Segundo Allexandre Callegari de Paula, irmão de Beatriz, foi Grazielli quem a convidou para ir à festa onde ela foi encontrada morta.
Inicialmente, a principal hipótese era de descarga elétrica, já que Beatriz foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina e próxima a uma caixa de energia com disjuntores, registros metálicos, botão liga/desliga e ducha. Os bombeiros chegaram a desligar a energia do local antes de constatar o óbito.
No entanto, com a divulgação do laudo do IML descartando eletrocussão e indicando afogamento, a Polícia Civil passou a tratar o caso como homicídio.
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da Redação