URGENTE: Nova bomba revela que Careca do INSS citava Lulinha ao tratar com parceiros comerciais
03/02/2026 às 11:34 Direito e Justiça
Um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, declarou que o lobista costumava mencionar o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, como forma de facilitar negociações com parceiros e fornecedores. As informações foram reveladas pelo portal Metrópoles nesta terça-feira, 3, a partir de relatos prestados à investigação.
De acordo com a testemunha, o lobista evitava citar diretamente o nome de Lulinha, preferindo a expressão “o filho do rapaz”. Durante essas referências, segundo o depoimento, Careca fazia um gesto com a mão, levantando quatro dedos, enquanto mencionava o assunto em reuniões e conversas profissionais.
“Antonio falava abertamente sobre o ‘filho do rapaz’”, disse ao portal Metrópoles.
“Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos. Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes: a mim, a alguns parceiros comerciais e em reunião de diretoria.”
Além do depoimento verbal, a testemunha encaminhou respostas por escrito às autoridades. Em um dos trechos, afirmou que Careca dizia pagar uma mesada de R$ 300 mil a Lulinha, valor que, segundo o relato, estaria relacionado ao chamado Projeto Amazônia e ao Projeto Teste de Dengue. Ainda conforme o depoimento, o lobista teria antecipado 25 milhões ao filho do presidente, embora não tenha sido informada a moeda utilizada.
O ex-funcionário também relatou que Careca e Lulinha teriam se encontrado diversas vezes, tanto em São Paulo quanto no Distrito Federal, sempre em contextos ligados a negócios e articulações empresariais.
Polícia Federal apura possível vínculo societário
A Polícia Federal investiga se Lulinha atuava como sócio oculto de Careca do INSS em empreendimentos voltados à área da saúde. Entre os projetos sob análise está uma iniciativa que pretendia fornecer Cannabis ao Ministério da Saúde, tema que passou a integrar o inquérito.
Mensagens obtidas pela PF indicam que o lobista transferiu R$ 1,5 milhão para Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha e integrante do núcleo político do esquema investigado. Em uma das conversas, Careca escreveu que o valor seria destinado “ao filho do rapaz”, expressão recorrente nas comunicações analisadas.
Mesmo após o avanço das apurações, Luchsinger manteve contato com o lobista. Segundo a Polícia Federal, ela chegou a alertá-lo sobre a apreensão de um envelope que conteria “o nome do nosso amigo”, frase que chamou a atenção dos investigadores.
Outro ponto apurado envolve o envio de um “medicamento” ao apartamento de Lulinha, localizado em São Paulo. A entrega, registrada em dezembro de 2024, foi feita em nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha. Na ocasião, ele negou qualquer relação próxima com Careca e afirmou desconhecer o episódio.
As investigações também apontam que Roberta Luchsinger atuou ao lado do lobista dentro do Ministério da Saúde. Registros obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que Careca esteve cinco vezes no ministério. Três dessas visitas ocorreram em 2024, quando ele se apresentou como diretor de uma empresa de telemedicina, sendo acompanhado por Luchsinger em uma das ocasiões.
Já em 2025, o empresário retornou ao órgão como presidente da World Cannabis, empresa ligada ao setor de maconha medicinal. A Polícia Federal citou essa parceria ao solicitar medidas judiciais contra Luchsinger, reforçando a suspeita de um esquema mais amplo envolvendo negócios, intermediações e possível tráfico de influência.
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da Redação