O novo pesadelo para Lula em pleno ano eleitoral (veja o vídeo)

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A articulação para a abertura da CPMI do Banco Master ganhou um novo patamar ontem no Congresso Nacional. O que antes era tratado como uma movimentação de bastidores passou a se transformar em fato político concreto: 280 parlamentares assinaram o requerimento, número suficiente para demonstrar que o tema deixou de ser restrito à oposição e passou a envolver diferentes correntes dentro da própria base.

Esse volume de assinaturas não é apenas um dado regimental. É um termômetro político.

Quando deputados e senadores de diversos espectros aderem a uma CPMI, o recado é claro: o assunto tem potencial de desgaste institucional e repercussão pública relevante. E é exatamente isso que começa a se desenhar em Brasília.

A eventual instalação da comissão coloca o governo de Lula diante de um cenário delicado em pleno ano eleitoral.

CPMIs não são apenas instrumentos de investigação. Elas funcionam como palcos permanentes de exposição política, com depoimentos televisionados, convocações, vazamentos, disputas narrativas e cobertura diária da imprensa. Mesmo quando não produzem consequências jurídicas imediatas, produzem algo igualmente sensível: desgaste de imagem contínuo.

E esse desgaste acontece no pior momento possível para qualquer governo: quando o debate público já começa a se deslocar para o ambiente eleitoral.

A cada sessão, a cada requerimento aprovado, a cada depoimento, o tema sai das páginas técnicas e vai para o centro da opinião pública. O foco deixa de ser apenas a investigação e passa a ser a associação política que se constrói ao longo das semanas.

Historicamente, CPMIs em anos pré-eleitorais têm um efeito previsível: contaminam o debate político e forçam o governo a dividir energia entre governar, se defender e administrar a narrativa.

Isso altera prioridades, trava agendas e muda o clima dentro do Congresso.

Com 280 assinaturas consolidadas, a leitura em Brasília é direta: há massa crítica suficiente para que a comissão não seja apenas protocolar, mas sim ativa, barulhenta e permanente no noticiário.

E é justamente isso que amplia o potencial de desgaste para o Planalto.

Em ano eleitoral, tempo de exposição negativa vale mais do que qualquer resultado formal da investigação. O simples fato de o tema permanecer em pauta por semanas ou meses já cria um ambiente adverso para o governo.

A CPMI do Banco Master, portanto, deixa de ser apenas uma iniciativa parlamentar e passa a ser um fator político relevante no cenário eleitoral de 2026.

Veja o vídeo:

da Redação
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