
Surge mais uma informação estarrecedora sobre suposto crime praticado por ministro do STJ

07/02/2026 às 07:54 Direito e Justiça

Uma afirmação extremamente pesada consta no depoimento da jovem de 18 anos que denunciou por assédio sexual o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Ela afirmou em depoimento à Polícia Civil de São Paulo que “pôde sentir o pênis de Marco” em duas investidas atribuídas ao magistrado, que ainda teria passado a mão nas nádegas dela.
Segundo o depoimento, a jovem e o ministro foram à praia enquanto os pais dela e a esposa do ministro terminavam afazeres na residência.
Após passarem um tempo na areia, Buzzi a teria convidado para entrar no mar e sugeriu que fossem para o lado esquerdo da praia, afirmando que ali o mar estaria mais tranquilo. A jovem estranhou a justificativa, pois achou que o mar não estava revolto onde estavam.
O local escolhido pelo ministro não tinha visibilidade do guarda-sol em que os demais participantes da viagem poderiam estar caso decidissem ir à praia, segundo o depoimento.
Já dentro d'água, em área funda, Buzzi teria perguntado a idade da garota. Em seguida, teria comentado que estava com frio e apontado para um casal abraçado nas proximidades.
Na sequência, conforme o relato, o ministro a puxou pelo braço, virou-a de costas e pressionou seu corpo contra o dela. Afirmou que a achava ‘muito bonita’. Quando ela tentou se soltar, ele a puxou novamente, segundo o relato.
A jovem afirmou ter conseguido se afastar após algumas tentativas do ministro de puxá-la. Logo depois que a soltou, ainda de acordo com o depoimento, Buzzi afirmou: ‘Você é muito sincera, deveria ser menos sincera com as pessoas. Eu só vejo a relação com a sua mãe, mas você é muito sincera, deveria ser menos. Isso pode te prejudicar’.
Depois, ao saírem do mar, a jovem declarou que chegou ao guarda-sol, disse à mãe que precisava trabalhar, cobriu-se com uma toalha e correu para o condomínio. Lá, contou o ocorrido ao pai, segundo o depoimento. A família deixou a casa do ministro no mesmo dia.
Segundo o documento, a jovem frequentava o local desde a infância e considerava o ministro ‘um avô e confidente’. A mãe dela atua nos tribunais superiores, e a relação profissional evoluiu para amizade entre as famílias.
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