Trump e Musk, a variável que o sistema não controla: Como eles podem influenciar a eleição no Brasil

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Eleições nunca foram um jogo isolado. Em qualquer lugar do mundo, diferentes atores tentam influenciar processos eleitorais — e fingir surpresa diante disso é ingenuidade ou má-fé.

A esquerda costuma apontar o dedo quando imagina alguma influência conservadora, mas silencia completamente sobre a atuação de governos e regimes alinhados a ela.

É evidente que China, Rússia e todo o eixo autoritário buscarão influenciar o Brasil, como sempre fizeram. A questão central não é se haverá influência, mas qual será o peso e a direção dela.

Nesse contexto, Trump e Elon Musk representam algo diferente do que vimos em 2022.

O governo Biden — de extrema-esquerda — teve papel decisivo naquele processo, oferecendo apoio diplomático, político e institucional ao que ocorreu no Brasil, inclusive à retirada de Bolsonaro e à elevação do descondenado ao poder. Sobre isso, curiosamente, não se falou em “soberania”.

A tentativa de Lula de se aproximar de Trump tem um objetivo claro: neutralizar uma possível influência que não lhe seja favorável. E espero, sinceramente, que qualquer influência externa que exista daqui para frente seja no sentido de garantir liberdade de expressão, processo eleitoral justo e mínimo de equilíbrio institucional — exatamente o que faltou na última eleição.

Isso não é interferência ilegítima. É correção de rota em um jogo que nunca foi neutro.

Leandro Ruschel.

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da Redação