Preso político capturado de forma covarde finalmente é libertado

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Após mais de oito meses detido em Caracas, o oposicionista venezuelano Juan Pablo Guanipa recuperou a liberdade neste domingo, 8. Próximo à liderança de María Corina Machado, referência central da oposição ao chavismo, Guanipa havia sido preso sob a acusação, feita pela ditadura da Venezuela, de integrar um suposto “grupo terrorista” que teria articulado ações para sabotar as eleições legislativas realizadas em maio do ano passado.

A prisão foi anunciada à época pelo ministro do Interior, Diosdado Cabello, e desde o início provocou forte reação de familiares e de entidades de defesa dos direitos humanos. Para esses grupos, o caso sempre teve como objetivo principal intimidar e silenciar vozes dissidentes em um cenário de repressão sistemática. Logo após deixar o centro de detenção, Guanipa apareceu em um vídeo divulgado na rede social X, acompanhado por policiais e por um veículo blindado, no qual afirmou:

“Há muito o que discutir sobre o presente e o futuro da Venezuela, sempre com a verdade em primeiro lugar”.

Em outra publicação, o oposicionista reforçou o apelo pela libertação de todos os presos políticos mantidos pelo regime.

De acordo com informações do Foro Penal, organização que monitora detenções por motivação política no país, ao menos outras dez pessoas também foram soltas. Entre elas estariam organizadores regionais ligados ao movimento liderado por María Corina Machado. A líder opositora comemorou a decisão publicamente e escreveu nas redes sociais:

“Vamos pela liberdade da Venezuela!”.

A liberação dos aliados da oposição ocorre em um contexto de mudanças recentes no comando da ditadura bolivariana. O episódio se dá em meio a pressões internas e externas dirigidas ao governo da presidente interina Delcy Rodríguez, que assumiu a chefia do regime após a captura de Nicolás Maduro por militares dos Estados Unidos, em janeiro. A troca no topo do poder intensificou debates sobre possíveis gestos de distensão política, ainda vistos com desconfiança por parte da sociedade civil.

Paralelamente, a Assembleia Nacional — controlada pelo partido governista e presidida por Jorge Rodríguez, irmão de Delcy — iniciou a discussão de um projeto de lei de anistia. A proposta pode abrir caminho para uma libertação mais ampla de detidos por razões políticas, embora opositores e organizações não governamentais cobrem transparência, garantias jurídicas e rapidez na tramitação. Na última quinta-feira, 5, Jorge Rodríguez chegou a pedir perdão aos presos políticos do país, gesto que, apesar do simbolismo, foi recebido com cautela.

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da Redação
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