A desmoralização sindical: Greve na TV do sindicato
10/02/2026 às 05:38 Política
Os funcionários da Televisão dos Trabalhadores (TVT) iniciaram greve na sexta-feira (6), na Avenida Paulista, em São Paulo, onde fica a sede da empresa. A emissora, que costuma cobrir paralisações do ponto de vista dos grevistas, contratou freelancers para manter a grade de programação no ar.
A televisão é financiada pelos sindicatos dos Bancários de São Paulo e dos Metalúrgicos do ABC.
Os grevistas da TVT pedem reajuste do Vale-Refeição (VR) para R$ 35 e o pagamento do benefício nas férias. Eles argumentam que não é possível se alimentar com o VR nos arredores da Paulista. A direção da emissora diz que conseguiu chegar a R$ 34 e não tem condições de pagar o VR nas férias.
O estopim para a greve, porém, não é diretamente ligado a questões financeiras. Os funcionários pediram estabilidade de quatro anos para um representante da empresa em causas trabalhistas. A medida garantiria que questões estruturais e de transparência da empresa fossem exigidas, sem o risco de demissão.
A empresa disse que já tem uma funcionária com estabilidade, porque é dirigente do sindicato dos jornalistas, e disse que não é possível ter mais um funcionário nessas condições.
O presidente da TVT, Maurício Júnior, alegou que, em outros anos, os trabalhadores da emissora criaram um comitê, se organizaram junto ao sindicato, fizeram demandas à direção sem estabilidade e “nunca ninguém foi prejudicado por conta disso”.
A TVT tem 43 funcionários no regime CLT e 15 contratados como pessoas jurídicas. Os grevistas contestam a contratação de freelancers para manter a emissora no ar.
“Tem dinheiro para freela, mas não para pagar o nosso VR?”, questionam.
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da Redação