A farsa arquitetada na mansão do lobby para fraudar depoimentos na CPMI do INSS
11/02/2026 às 13:20 Política
A empresa de investimentos Fictor, com R$ 4 bi de dívidas e sob investigação da PF, alugou uma mansão de 500 m² no Lago Sul pra encontros com políticos do governo e tentar abrir portas em Brasília.
A mansao virou palco de reuniões. Teve evento com ministros e dirigentes petistas, e foi usada para montar um dossiê contra Eli Cohen, na CPMI do INSS, inventando que ele havia pedido propina, coisa que foi noticiada e o próprio policial, que fez a "denúncia" e que estava na mansão, agora desmente.
O plano era desacreditar o depoimento de Eli na CPMI do INSS.
Também tentaram incriminar Flávio Bolsonaro na CPMI do INSS, fazendo graves ilações e acusações ao Senador.
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da Redação