Magistrado que soltou chefe do PCC recebe pena máxima do CNJ, mas a tal pena é uma vergonha

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por decisão unânime condenou o desembargador condenou o desembargador Divoncir Schreiner Maran, do Mato Grosso do Sul.

Ele mandou soltar um traficante, chefe do PCC fundamentando a decisão em sua saúde debilitada. O Habeas Corpus continha mais de 200 páginas, foi decidido em 40 minutos, em plantão. Mas, fato mais grave é que o HC não foi instruído por nenhum laudo médico.

Esse mesmo desembargador já havia sido investigado pela PF em 2024 por venda de sentenças. Na época, ele foi afastado de suas funções. Entretanto, mesmo a PF tendo concluído pela sua responsabilidade, retornou ao cargo no mesmo ano por ordem de Alexandre de Moraes.

Porém, o mais revoltante é que a tal ‘pena máxima’ é a aposentadoria compulsória. Essa punição, considerada a mais severa no âmbito do Judiciário, permite que o magistrado continue recebendo os vencimentos pela função.

Porém, o detalhe mais pernóstico é que  desembargador já estava aposentado desde 2024.

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Veja a capa:

da Redação
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