Felipe Pedri, publicitário, ex-Secretário de Comunicação Institucional da Presidência da República e ex-Secretário Nacional do Audiovisual no governo Jair Bolsonaro, diante das revelações do Caso Master, publicou em suas redes sociais um texto onde descarrega toda a sua indignação com tantas injustiças que foram feitas para sustentar esse sistema putrefato. Vale a leitura. Confira:
“Velhinhas foram presas para salvar a cleptocracia.
A Débora do Batom tomou 17 anos de cadeia para que ninguém ouse bater de frente com a cleptocracia.
Filipe Martins está na cadeia porque sua mente botava medo na cleptocracia.
Jair Bolsonaro teve seu governo e reeleição impedidos porque tinha secado os dutos da cleptocracia.
Mas o detalhe é que essa cleptocracia é PARTE de um plano maior: A HEGEMONIA.
A união do Estamento Burocrático brasileiro com o gramscismo comunista, criou no nosso país uma casta quase inatingível, que foi colocada em xeque justamente pelo VOTO POPULAR em 2018.
Logo após esse revés inesperado, os agentes dessa união HEGEMÔNICA agiram para CRIMINALIZAR toda e qualquer pessoa, seja ela pública ou não, que pedisse cadeia para corruptos, que exigisse que a agenda conservadora fosse implementada pelo executivo sem golpes do judiciário.
É disso que se trata o termo ‘ataque à democracia’(sic).
Não podemos esquecer que o despertar do brasileiro em 2013 veio com a disrupção das ruas contra a corrupção. Aquele efeito galvanizou o surgimento da Nova Direita, que não queria mais somente prender corruptos, mas sim, se livrar da DITADURA CULTURAL –aquela que só oferecia ao povo a esquerda como opção politica, exatamente como queriam reeditar em 26, com uma eleição sem Bolsonaro nas urnas.
Foi essa força conjunta que fez de 2018 um ano histórico: combate a cleptocracia e agenda popular conservadora.
Eis que após a HEGEMONIA MASTER deixar claro que o Brasil não é um país democrático, destruindo a constituição, perseguindo adversários políticos, instituindo a CENSURA e, escolhendo o ganhador da eleição presidencial de 2022, voltamos ao ponto inicial de tudo isso.
A LAMA DA CORRUPÇÃO, aquela que serve de BASE para o projeto hegemônico está exposta, os agentes da HEGEMONIA MASTER, muitos deles fingindo demência, estão ou tentando acobertar a corrupção ou dizendo que ‘as instituições agora não estão funcionando’.
Mas os neo-indignados com o Regime são bem vindos, desde que admitam que foram PARTE desse plano que quer manter o Brasil nas mãos desse grupo que mescla o centrão e a esquerda. Ocorre que infelizmente não é o que está acontecendo. Estamos assistindo esses neo-indignados seguirem enaltecendo os ‘feitos’ do STF a ‘favor da democracia’. Ou seja, seguem mentindo como psicopatas, retirando a sua parcela de culpa. Alguns falam em chance com a ‘Lava Toga’(sic) mas ajudaram a embasar os inquéritos que enterraram de vez a nossa democracia.
Logo, o ambiente criado por eles que dizimou a Lava Jato, que liberou geral a cleptocracia de novo em Brasília. São fatos que estão hoje escancarados.
Portanto, é importante que se diga, que se repita, sofremos um GOLPE em 2019, com a instalação de inquéritos ilegais, com a figura do DELEGADO JUIZ e a tomada do poder executivo pelo judiciário, se isso não está claro para quem tem dois neurônios o caso é de internação psiquiátrica.
Mas algo está reservado para o nosso país, Deus quis que em ano eleitoral esse ambiente todo de 2018 praticamente voltasse a tona. O país está com náuseas de tanta desfaçatez, a HEGEMONIA MASTER está exposta, e é ela que temos que derrubar de uma vez por todas.”
A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:
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Veja a capa:
da Redação