
Não houve traição, foi apenas um ato de extrema covardia de um “doente” que não aceitava a separação

14/02/2026 às 09:18 Polícia

Thales Machado, ex-secretário de Governo de Itumbiara (GO), matou os dois filhos e depois tirou a própria vida na quarta-feira (11). O crime ocorreu em um condomínio residencial no sul de Goiás. Familiares revelaram que o rapaz, de 40 anos, estava separado de Sarah Araújo desde dezembro. Ela era portanto sua ex-esposa. O relacionamento havia acabado. Não houve nenhuma traição.
As crianças estavam sob os cuidados do pai naquela semana devido ao aniversário dele, seguindo o regime de guarda compartilhada estabelecido após a separação oficial do casal. Horas antes do crime, Thales publicou uma mensagem em rede social:
"Que Deus abençoe sempre meus filhos. Papai ama muito".
Thales Machado deixou uma carta de despedida que sugeria motivação relacionada ao término do relacionamento com Sarah. A divulgação deste documento provocou hostilidade contra a mãe das crianças. Um vídeo que começou a circular na internet foi utilizado como "prova" de uma suposta traição.
"Eles já estavam separados desde dezembro. Ele não aceitava o fim do casamento", declarou um parente à imprensa local.
Uma moradora que conhecia o ex-secretário afirmou:
"Eu o conhecia desde a juventude e ele não era nenhum exemplo de moral, como algumas pessoas estão imaginando por conta daquela carta. [Ele] Tinha muitos podres. Essa história de traição não explica nada".
Durante o velório de Miguel, realizado na quinta-feira (12), Sarah precisou se retirar do local após ser hostilizada por pessoas que a responsabilizavam pela tragédia. Moradores relataram em comentários no perfil do Instagram da Prefeitura que Thales demonstrava comportamento obsessivo em relação à ex-companheira.
"Para punir a mulher, ele tira a vida dos próprios filhos", escreveu uma seguidora nas redes sociais do prefeito Dione Araújo, sogro de Thales.
O ex-secretário era genro do prefeito e havia sido recentemente anunciado como pré-candidato a deputado estadual pelo União Brasil.
A família das vítimas solicita que a memória das crianças seja preservada de boatos, contestando a classificação do episódio como "crime passional"
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