Justiça manda exumar corpo de Orelha, cão comunitário que morreu na Praia Brava

Ler na área do assinante

A Justiça de Santa Catarina autorizou a exumação do corpo do cão comunitário conhecido como Orelha, morto após agressões na Praia Brava, em Florianópolis, no início de janeiro. O procedimento foi realizado pela Polícia Científica, mas, por tramitar em segredo de Justiça, detalhes sobre a análise e possíveis resultados não foram divulgados.

O pedido de exumação foi feito pelo Ministério Público de SC (MP-SC) como parte do aprofundamento das investigações sobre o caso. O procedimento foi solicitado para permitir a realização de uma perícia direta no corpo do animal, segundo o MP.

O caso segue em apuração para que os autos sejam enviados à Justiça. A medida foi recomendada pelas promotorias de Florianópolis responsáveis pelas áreas de Infância e Juventude e Criminal, que identificaram a necessidade de esclarecer questões não respondidas no inquérito policial.

Além das diligências com a exumação, as investigações também envolvem a coleta de novos depoimentos e a análise de possíveis coações de testemunhas, conforme reforçam as promotorias.

Em nota, o governo de Santa Catarina informou que as polícias Civil e Científica “têm se empenhado ao máximo para que a denúncia contra os envolvidos possa seguir para a Justiça com todas as provas obtidas” no caso da morte de Orelha e dos maus-tratos ao outro cão comunitário, Caramelo, que sobreviveu aos ataques e foi adotado por um delegado.

O caso de Orelha mobilizou moradores e protetores de animais em todo o país desde que o cão — conhecido por viver na Praia Brava e ter forte ligação com a comunidade local — foi encontrado gravemente ferido e posteriormente morreu em uma clínica veterinária.

Recentemente, uma nova bomba surgiu! O livro "Banco Master - O Caso Blindando Pelo STF" mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos.

Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está em pré-venda com FRETE GRÁTIS para todo o país. Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda

Corra enquanto é tempo...

da Redação