Uma das maiores emissoras do mundo dá espaço a Eduardo e fala em anistia com a eleição de Flávio

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Em entrevista concedida à gigante emissora norte-americana Fox News e publicada neste sábado (14), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que a prioridade do grupo político é eleger o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) presidente da República nas eleições deste ano. Na conversa, ele também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente as que envolveram a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Eduardo declarou que pesquisas indicariam desempenho competitivo do irmão na corrida eleitoral.

“Muitas pesquisas mostram meu irmão empatado e algumas mostram que ele está um pouco à frente… Flávio acabou de lançar a candidatura”, afirmou.

Segundo ele, a definição do nome de Flávio ocorreu após Jair Bolsonaro “reconhecer que não poderia disputar o pleito”.

“Foi uma grande decisão que Jair Bolsonaro tomou, reconhecendo que seria impossível para ele concorrer na eleição de outubro, com certeza, porque ele está preso agora. Injustamente, mas está. Isso é um fato.”

O ex-deputado sustentou que a futura campanha deverá priorizar temas como economia e segurança pública.

“A estratégia de Flávio é mostrar como o governo Lula é ruim, principalmente na economia e também na segurança”, disse.

Ele acrescentou que “todo mundo está farto de Lula apoiar o Hamas, aumentar a criminalidade e não fazer um bom trabalho na economia”.

Ao comentar a possibilidade de fragmentação do campo da direita favorecer o atual presidente, Eduardo minimizou o risco.

“Não importa quem vá para o segundo turno; contra Lula, todos estarão juntos. Porque todos sabemos que o pior que pode acontecer ao país é a reeleição de Lula da Silva”, declarou.

Ele classificou como “mentira” a hipótese de vitória em primeiro turno em razão de eventual divisão entre candidatos conservadores e avaliou que múltiplas candidaturas ampliariam as críticas ao governo.

"É muito bom que tenhamos mais candidatos de direita. Por quê? Porque todos eles vão criticar Lula. Então, até o Flávio está dizendo publicamente que seria bom apoiar cada vez mais candidatos de direita contra Lula", afirmou.

Durante a entrevista, Eduardo voltou a sustentar que a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro teve motivação política.

“Se ele não tivesse sido condenado a 27 anos de prisão, estaria livre para concorrer e com certeza seria o próximo presidente do Brasil. Essa é a única razão pela qual ele está preso: por razões políticas”, declarou.

Ele lembrou que Bolsonaro estava fora do país no dia 8 de janeiro de 2023:

“No mesmo dia… Jair Bolsonaro estava em Orlando, na Disney”.

Eduardo também criticou o veto do presidente ao chamado PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso Nacional e que poderia alterar critérios de fixação de penas relacionadas aos processos dos atos de 8 de janeiro. Na mesma fala, dirigiu críticas ao Supremo.

“Tudo o que o Supremo não gosta, eles dizem que é contra a nossa Constituição. É a maneira que tentam tomar todo o poder sobre o Legislativo e, às vezes, até sobre o Executivo. Então, este é mais um capítulo dessa longa invasão do Judiciário… Lula da Silva vetando esse projeto aprovado pelo Congresso só mostra que ele está sempre falando com a bolha da esquerda, está falando com a esquerda radical”, afirmou.

Ele ainda declarou que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, poderá conceder indulto ao pai e a outros condenados.

“Agora eu só tenho um papel… eleger Flávio Bolsonaro, e ele dará indulto a Jair. Não só a Jair, mas também a mim”, disse, mencionando que também responde a processos no Brasil após denunciar, nos Estados Unidos, o que considera arbitrariedades do Judiciário contra integrantes da direita.

Na entrevista, Eduardo mencionou o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que teria sido responsabilizado por sanções impostas pelo governo do presidente Donald Trump em 2025. Segundo ele, Moraes, sua esposa e seu instituto foram alvo de medidas que posteriormente acabaram sendo revertidas.

“O juiz do Supremo, Alexandre de Moraes, que foi sancionado pela administração Trump com o apoio de Scott Bessent (secretário do Tesouro) e Marco Rubio (secretário de Estado), me culpa por isso. Mas como ele não tem coragem de processar Trump, Bessent e Rubio, ele está me processando por isso”, declarou.

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da Redação
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