
URGENTE: Moraes aciona a PF contra presidente da Unafisco

19/02/2026 às 19:38 Direito e Justiça

O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kléber Cabral, foi chamado a prestar depoimento à Polícia Federal no inquérito que investiga supostos acessos indevidos a informações fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares. A oitiva, agendada para esta sexta-feira, será realizada por videoconferência.
A ordem foi de Alexandre de Moraes.
A convocação ocorreu um dia após Cabral conceder entrevistas a diferentes veículos de comunicação, nas quais questionou a condução do processo pelo ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, as providências adotadas teriam sido excessivas. Ele declarou que as medidas cautelares impostas foram "desproporcionais" e possuiriam caráter "intimidatório".
Na terça-feira de carnaval, quatro servidores da Receita Federal foram alvo de mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, eles foram afastados de suas funções, passaram a utilizar tornozeleira eletrônica, tiveram os passaportes suspensos e ficaram proibidos de sair de casa no período noturno. As restrições foram solicitadas pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da investigação.
De acordo com Cabral, o caso envolvendo o auditor Ricardo Mansano de Moraes teria sido interpretado de forma equivocada. Ele sustentou que o acesso às declarações de Maria Carolina Feitosa — enteada do ministro Gilmar Mendes — ocorreu por engano, pois o servidor acreditava tratar-se da esposa de um ex-colega. Ainda segundo o dirigente sindical, não houve avanço além da tela inicial do sistema nem compartilhamento de qualquer informação.
— A nossa leitura é que tem um certo método, era para dar um falso positivo, criar um discurso de vítima de que o STF foi atacado — disse. — A nossa percepção é que o objetivo é intimidatório porque as medidas foram muito desproporcionais.
Cabral também argumentou que os sistemas internos da Receita Federal registram detalhadamente todas as ações realizadas pelos usuários, o que permitiria verificar se houve consulta aprofundada, impressão ou compartilhamento de dados. Em sua avaliação, não existiria qualquer indício de vazamento efetivo.
— Os sistemas da Receita mostram tudo que a pessoa fez. Não dá para ter dúvida se olhou, se printou, se mandou imprimir, quantos segundos ficou em cada tela, tudo isso a Receita guarda e registra para uma futura apuração. Mas existe algum dado vazado dessa pessoa (Maria Carolina)? Não. Então não tem nada a ver com essa história — defendeu Cabral.
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