Enquanto todos prestavam atenção na apuração do carnaval - e com razão - o tabuleiro mudou...

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O jogo virou. E virou muito.

O PT descobriu que não está no controle. Não como pensava. Assumiu o medo publicamente.

Terá consequências. E alguém vai pagar a conta.

Enquanto o povo assistia a Sapucaí, o Centrão assistia o povo.

Temer, Kassab, Ciro Nogueira e Marcos Pereira. Protagonistas de um filme de suspense chamado eleição presidencial. Não são um time, mas compartilham a mesma estratégia: gestão de risco.

Lula rodou o nordeste fazendo campanha e desceu para o RJ. Até aí, choveu no molhado. Pregou para convertido. Zero relevância publicitária. Farto material para lawfare.

Estupidez estratégica reparável a curto prazo.

Isso até desembarcar no RJ para ser "homenageado" na Sapucaí pela Acadêmicos de Niterói.

O carnavalesco planejou e documentou. O partido homologou. A escola executou. A Globo transmitiu. E o Brasil assistiu.

Militante vive em um mundo paralelo onde todos amam o marxismo, o Projaquistão.

Atacar conservadores, evangélicos, família, militares e agronegócio, ridicularizar adversários, tocar jingle de campanha... Claro, por que não?!

Ninguém vai perceber não... Tranquilo!

O mal do Projaquistão é a bolha achar que realmente representa o mundo todo. 86% do país é cristão. E o resultado seria óbvio, não fosse a cegueira militante. E assim foi.

A fúria do país foi tão devastadora que as reações surgiram antes do feriado terminar.

PT e PL disputavam o apoio do centro. Disputavam...

Fiel da balança óbvio, paciente, prudente e calculista, o quarteto só precisava de um número para decidir de que lado ficar: rejeição.

Rejeição é o único número que realmente interessa nas pesquisas. Não é volátil. É decisivo.

Atacar valores civilizatórios, literalmente sambando na cara do eleitor em rede nacional não é só burrice, é loucura indefensável.

Trauma: marca indelével no consciente coletivo.

Teve mais. Redes sociais, jornalismo e lideranças religiosas cobraram fiscalização e acionaram a justiça.

A situação requeria humildade. A resposta foi soberba. A sigla não buscou perdão. Rebateu a opinião pública com notas e gerou efeito contrário: reforçou a ofensa.

E a mágica aconteceu. Quarta-feira começou assim:

- Kassab propôs apoio a Flávio
- Temer descartou o PT
- Ciro Nogueira reforçou apoio a Flávio
- Marcos Pereira, bispo da Universal, ficou sem escolha
- Zema se aproximou do PL...

A disputa está decidida? Não. Mas está quase e a balança pende com força para a direita.

A previsão do tempo para Brasília é de tempestades, terremotos e furacões.

Tudo em alta voltagem até outubro.

Copa do Mundo? BBB? Não me faça rir.

É ano de eleição.

Ricardo Roveran. Jornalista. @RicardoRoveran

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