Surgem detalhes da briga entre Janja e filha de Lula que por pouco não chegou às vias de fato
20/02/2026 às 09:29 Política
Um episódio de tensão marcou a noite de domingo (15) no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A primeira-dama Janja da Silva determinou a saída de Lurian da Silva, filha do presidente Lula, da sala reservada ao chefe do Executivo no camarote da prefeitura, durante as celebrações em que o petista foi homenageado pela Acadêmicos de Niterói.
A área em questão era destinada exclusivamente ao presidente e tinha circulação controlada. Para ingressar no espaço, era indispensável a autorização tanto de Lula quanto de Janja. Autoridades do governo, aliados políticos, familiares e amigos haviam sido convidados para acompanhar o desfile no camarote, mas o presidente permanecia em um ambiente separado, de acesso restrito.
Segundo relatos feitos à coluna, Lurian entrou na sala com a intenção de cumprimentar o pai. Ela estava acompanhada de Thiago, neto do presidente — filho de Marcos, o primogênito de Lula. A princípio, a visita teria caráter breve, mas o clima mudou quando se percebeu que a conversa poderia se estender.
De acordo com os relatos, Janja afirmou que aquele não seria o momento adequado para diálogos prolongados, orientando que a filha apenas cumprimentasse o presidente e deixasse o local. Lurian, porém, manifestou o desejo de permanecer e conversar com o pai. A primeira-dama, então, teria elevado o tom de voz e declarado:
"Aqui não é lugar para isso", solicitando que ela se retirasse.
A discussão ocorreu diante do presidente, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e da esposa dele, Lu Alckmin. Testemunhas relatam que Lurian também respondeu de forma incisiva, afirmando que Janja não compreende o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos.
Como a porta da sala estava aberta, parte do desentendimento foi ouvida por assessores da Presidência e da prefeitura. Após o embate, pai e filha se despediram, e Lurian retornou ao espaço onde estavam os ministros. Apesar da tentativa de manter a situação sob discrição, o episódio rapidamente se espalhou pelo camarote. Ela teria sido vista com lágrimas nos olhos.
O ambiente externo também refletia certo desconforto. Ministros aguardavam a oportunidade de conversar com Lula, mas enfrentavam dificuldades para acessar a sala reservada. Um deles descreveu o clima como pesado. A justificativa apresentada era de que a primeira-dama buscava evitar aglomeração em um espaço considerado pequeno.
Os auxiliares conseguiam falar com o presidente apenas quando ele deixava o ambiente restrito e circulava pela área principal do camarote.
Um dos casos mais delicados envolveu a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Incentivada por colegas a procurar o presidente, ela não teve autorização para entrar na sala, assim como ocorreu com a maioria dos ministros presentes.
A situação gerou questionamentos porque o secretário-executivo da pasta, Marcio Tavares do Santos, permaneceu no espaço reservado durante todo o tempo. Amigo pessoal de Janja, ele acompanhava Lula inclusive na avenida, para que o presidente cumprimentasse integrantes das escolas de samba que desfilavam.
Em nota enviada à coluna, a assessoria da Cultura declarou:
"A ministra Margareth estava de férias e o Márcio estava a trabalho. Ele foi a pessoa que conduziu o presidente para cumprimentar as quatro escolas que desfilaram nesse dia. As entradas na sala privada eram para essa função. Sobre a decisão de quem entra na sala privada do presidente, sugerimos checar com a presidência, já que não é função do Ministério da Cultura".
Procurada, Lurian afirmou:
"Eu nem vi a Janja. Só vi o meu pai. Ela não estava na sala quando eu entrei".
A assessoria da primeira-dama, que está em viagem com Lula, não foi localizada para comentar o episódio.
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da Redação