O recorde histórico estabelecido por Donald Trump no Congresso dos Estados Unidos

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou nesta terça-feira (24) o discurso sobre o Estado da União ao Congresso. O pronunciamento ocorreu no Capitólio, em Washington, D.C. A fala durou uma hora e quarenta e oito minutos, estabelecendo o recorde de discurso mais extenso já registrado na história norte-americana neste formato.

Estiveram presentes os 100 senadores e os 435 membros da Câmara dos Representantes. Trump utilizou o pronunciamento para apresentar um balanço das ações implementadas por seu governo. O presidente concentrou parte significativa da fala nas políticas de controle de fronteiras adotadas pela administração.

O mandatário também abordou questões econômicas, decisões judiciais recentes e a posição dos Estados Unidos em relações internacionais. As principais referências foram sobre Irã e Venezuela.

Trump iniciou a abordagem sobre imigração apresentando dados sobre a entrada de estrangeiros no território norte-americano. O presidente declarou que, segundo ele, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal ingressou nos Estados Unidos.

"Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses", afirmou.

O mandatário complementou a avaliação sobre a situação das fronteiras e da economia do país.

"Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes", disse Trump.

O presidente também fez referência à política de imigração legal.

"Sempre vamos permitir que pessoas trabalhadoras que gostam do nosso país entrem", afirmou.

Trump apresentou números sobre as deportações realizadas durante seu governo.

"Depois de 4 anos de imigrantes ilegais invadindo nosso país, conquistamos uma grande marca de deportação. De longe, a maior que já vimos", declarou.

O presidente estabeleceu uma conexão entre a presença de imigrantes ilegais e questões de segurança no território norte-americano. Trump manifestou sua posição contrária à permanência de determinados grupos no país. "Nós não os queremos", disse durante o discurso no Capitólio.

Trump criticou parte dos congressistas presentes. O mandatário afirmou que algumas políticas permitiriam a entrada livre de criminosos nos Estados Unidos.

"O governo americano é para proteger cidadãos americanos e não imigrantes ilegais", declarou.

O presidente apresentou solicitações específicas ao Congresso relacionadas à política migratória. Trump pediu o fim das cidades-santuário que oferecem acolhimento a imigrantes no país. O mandatário também solicitou a aprovação de legislação que impeça imigrantes ilegais de obterem carteira de motorista.

Trump exigiu ainda a comprovação de cidadania para o exercício do voto. As demandas foram apresentadas como parte das prioridades políticas do governo para o período. O pronunciamento ocorreu em meio a expectativas sobre a política de segurança nacional.

Trump abordou a questão das tarifas comerciais impostas por seu governo. O presidente mencionou a decisão da Suprema Corte que as suspendeu. O tribunal considerou ilegais diversas tarifas implementadas pelo mandatário.

Trump afirmou que as medidas permanecerão vigentes por meio de outros mecanismos legais.

"Portanto, apesar da decisão decepcionante, essas poderosas leis, que salvam o país e protegem a paz, permanecerão em vigor sob estatutos legais alternativos totalmente aprovados e testados", afirmou.

A declaração indicou a intenção do governo de manter a política comercial adotada. O presidente defendeu a implementação de uma nova tarifa global sobre importações. A medida foi apresentada como forma de proteger a indústria nacional e reduzir o déficit comercial.

O presidente dedicou parte do discurso à situação envolvendo o Irã. Trump informou que as negociações com o país do Oriente Médio estão em andamento. O mandatário afirmou que os iranianos ainda não alcançaram o resultado desejado.

O presidente enfatizou sua posição sobre o programa nuclear iraniano.

"Nós estamos buscando negociar para acabar com essas ambições sinistras, mas eles ainda não falaram as palavras mágicas: nós queremos que eles nunca tenham uma arma nuclear", afirmou Trump.

O mandatário indicou sua preferência pela via diplomática. Trump ressaltou que, caso as negociações não avancem, utilizará as Forças Armadas norte-americanas.

"É chamada paz através da força, que é muito efetiva", disse.

A fala sobre o Irã ocorreu em um contexto de escaladas de tensão recentes entre os dois países. O tema gerou expectativa antes do discurso.

Trump também comentou sobre a situação política na Venezuela durante o discurso. O mandatário referiu-se ao país sul-americano como "nossa nova amiga e parceira". O presidente mencionou a prisão de Nicolás Maduro.

Trump destacou que os Estados Unidos obtiveram 80 milhões de barris de petróleo da Venezuela. A referência à Venezuela foi incluída na parte do discurso dedicada às relações internacionais. O presidente apresentou a situação como um resultado positivo da política externa adotada por seu governo.

Trump interrompeu o pronunciamento para uma homenagem esportiva. O presidente convidou a equipe olímpica de hóquei para entrar no Capitólio. A equipe conquistou medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno.

"Aqui conosco esta noite está um grupo de vencedores que acabaram de encher toda a nação de orgulho", disse Trump. O presidente aproveitou a ocasião para mencionar os próximos Jogos Olímpicos. O evento será realizado em Los Angeles. "Nós faremos um ótimo trabalho lá", afirmou.

O discurso sobre o Estado da União representa o primeiro balanço completo do mandato atual do presidente. O pronunciamento abordou as principais prioridades políticas e econômicas de seu governo. O evento é tradicionalmente o pronunciamento mais assistido do ano para um presidente norte-americano.

A participação do republicano no Congresso ocorreu em meio a expectativa sobre diversos temas. A economia, a política tarifária e a segurança nacional estavam entre os assuntos de maior interesse. O impacto da mensagem nas eleições de meio de mandato de novembro também gerou atenção.

Trump abordou temas sensíveis durante o pronunciamento. O presidente comentou sobre o caso do financista Jeffrey Epstein. Algumas vítimas foram convidadas para a sessão. O mandatário também mencionou a atuação do governo em tentativas de mediação de conflitos armados no exterior.

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da Redação