Moraes vota no caso Marielle e cita "motivação política, misoginia e racismo" no crime

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, às 9h05 desta quarta-feira (25/2), o julgamento dos cinco acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Relator da ação penal, o ministro Alexandre de Moraes apresentou voto pela condenação dos irmãos Brazão como mandantes do crime.

Antes do início da leitura do voto, Marinete da Silva, mãe de Marielle, passou mal e precisou ser atendida por brigadistas da Corte, o que trouxe ainda mais tensão ao ambiente da sessão.

Ao iniciar sua manifestação, Moraes afirmou:

“Trata-se aqui da análise dos fatos sobre a chamada autoria mediata dos crimes contra a vida, dois crimes de homicídio, um crime de homicídio tentado e também a imputação gravíssima de participação e organização criminosa armada”.

Segundo o relator, a Procuradoria-Geral da República (PGR) atribui aos réus motivação política relacionada a disputas fundiárias e ocupação irregular do solo.

“O que a Procuradoria-Geral da República imputa aos réus é uma motivação política, principalmente de ocupação irregular do solo e grilagem de terra, (tendo como) alvo o que seria uma opositora política. E, dentro dessa, a ideia de eliminar não só a opositora política, mas mandar um recado aos opositores políticos, o simbolismo”, declarou.

O ministro também destacou o caráter do crime:

“É um crime por fins financeiros, econômicos e violência política de gênero, destinado a interromper a atuação de uma mulher pobre e preta, que ousou ir ao encontro aos interesses de homens brancos e ricos”.

Em relação aos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, Moraes foi enfático:

“Em relação aos irmãos Brazão, não tenho nenhuma dúvida de julgar os crimes totalmente procedentes”.

Veja: 

 

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da Redação
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