
URGENTE: PF prende ex-prefeito por crime cruel e perverso contra o povo

26/02/2026 às 10:44 Direito e Justiça

O ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, foi detido na manhã desta quinta-feira (26) durante nova fase de operação conduzida pela Polícia Federal (PF). A investigação apura suspeitas de desvio de verbas federais destinadas à reconstrução do município após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.
A prisão é de caráter temporário, com duração inicial de cinco dias, podendo ser prorrogada conforme decisão judicial. Caumo comandou o Executivo municipal entre 2017 e 2024, e, segundo informado, os fatos investigados não envolvem a atual administração da cidade.

De acordo com nota oficial divulgada pela prefeitura, “A ação integra investigação relacionada a contratos de prestação de serviços terceirizados firmados em períodos anteriores à atual gestão”. O comunicado acrescenta que o Executivo municipal tem colaborado com as autoridades desde o início das apurações.
Além do ex-prefeito, uma empresária apontada como integrante do grupo econômico supostamente beneficiado foi presa. Uma vereadora também foi afastada do cargo por determinação judicial. Os nomes delas não foram divulgados até o momento.
A investigação foi batizada de Operação Lamaçal e representa um desdobramento de ação realizada em novembro de 2025. Na ocasião, Caumo ocupava o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano. Após a repercussão do caso, ele colocou a função à disposição, e o pedido de exoneração foi aceito.
Conforme a PF, a análise do material apreendido na etapa anterior reforçou indícios de direcionamento de licitações no âmbito da prefeitura.
“As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social. Há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado”, informou a corporação.
Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, além de medidas de sequestro de veículos e bloqueio de ativos financeiros. As ordens judiciais partiram do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
As diligências ocorreram em Lajeado e também nos municípios de Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre.
Os investigados poderão responder por crimes como desvio ou aplicação indevida de recursos públicos, contratação direta ilegal, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Segundo a PF, uma das apurações envolve contratação emergencial de empresa para fornecer profissionais como psicólogos, assistentes sociais, educadores sociais, auxiliares administrativos e motoristas. A dispensa de licitação teria sido fundamentada no estado de calamidade pública decretado em 2024. O valor total de dois contratos analisados no inquérito soma aproximadamente R$ 120 milhões.
O advogado Jair Alves Pereira, responsável pela defesa de Marcelo Caumo, declarou que ainda não teve acesso à decisão judicial que fundamentou a prisão do ex-prefeito.
Em nova manifestação oficial, a prefeitura reforçou:
"Nota oficial
A Prefeitura de Lajeado informa que, na manhã desta quinta-feira (26/02), a Polícia Federal realizou diligências junto a setores do Executivo municipal, no âmbito da segunda fase da Operação Lamaçal.
A ação integra investigação relacionada a contratos de prestação de serviços terceirizados firmados em períodos anteriores à atual gestão.
Desde o início da operação a Administração Municipal vem colaborando com as investigações e prestando todas as informações e fornecendo documentos solicitados, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos."
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