Mais um tirano varrido da face da Terra

Ler na área do assinante

Ali Khamenei, foi um religioso fanático, cruel, monstruoso que regeu a ditadura teocrática (talvez o pior tipo de ditadura, depois da ditadura judicial!) do Irã, com um propósito prioritário: varrer da face da Terra o Estado de Israel.

A eliminação do Estado de Israel (“From the river to the sea”) é considerado pelos fanáticos muçulmanos, como passo inicial para eliminação dos judeus do mundo.

Mas não só dos Judeus! Segundo sentença feita por Mohamad (Maomé), já no leito de morte:

“Não poderá existir no mundo outra religião além do Islã”.

E este obsceno e monstruoso criador do islamismo, Mohamad, segundo diferentes fontes, teve entre 13 e 19 esposas, quase todas, menos a primeira, objeto de contratos de paz e submissão que impunha às várias comunidades conquistadas sob golpe de espada. Uma dessas esposas negociadas após vitória em batalha, foi Aisha bint Abi Bakr, conhecida simplesmente como Aixa. Aixa casou-se com Muhammad aos 6 ou 7 anos e consumou o matrimônio aos 9 anos!

Nove anos! Uma criança levada compulsoriamente à cama de um lascivo monstro que, na época, já ultrapassara os cinquenta anos! Foi este ser cruel  que, no leito de morte, lançou uma maldição aos judeus e cristãos e exigiu que fossem todos eliminados da face da Terra.

Nem todo o islâmico é violento, é verdade. Mas, Islã quer dizer obediência total, cega, absoluta e inquestionável. Um fiel muçulmano é proibido de questionar os ensinamentos que recebem dos clérigos, porque estes são a boca de Allah (Deus). Questioná-los é crime enquadrado na Sharia, a lei penal muçulmana.

Sim, o Islã não é apenas uma doutrina de fé, mas um sistema de vida completo e imutável no tempo: inclusive a lei penal Sharia.

Mesmo não sendo violento, é dever inquestionável de todo muçulmano trabalhar para a realização do comando de Muhammad: a destruição de todas as demais religiões. E isto eles cumprem cegamente de a partir de dentro dos países ocidentais que os recebem. Jamais se integram aos valores da sociedade que os recebeu.

Aliás, segundo Muhammad (ou Mohamed), os não muçulmanos são Kafirs, um termo árabe que significa incrédulo, ou infiel ou ainda "aquele que esconde/nega a verdade" no contexto islâmico. Dizem ser o termo mais pejorativo da língua árabe. Kafirs são, para os islâmicos radicais, pessoas dispensáveis de viver.

A taxa de natalidade dos muçulmanos em países ocidentais é da ordem de sete filhos por família, enquanto que, para os ocidentais esta taxa média é de apenas 1.5 filhos por família. O objetivo é a islamização das sociedades ocidentais pelo número. Mas não só pelo número!

Os muçulmanos, vivendo em países ocidentais, criam instituições que procuram alterar a vida da nação que os hospedou. Executam uma espécie de ‘gramscismo’ muçulmano. Em alguns bairros de Londres a lei penal vigente, de forma irregular, ao lado a lei britânica, já é a Sharia.

Os islâmicos no Reino Unido são tão ousados que criaram uma tal ‘República do Islã’, que já tem até membros no Parlamento. Uma República dentro de uma Monarquia: haja atrevimento! Uma das campanhas que fazem, no Parlamento britânico, é para que a Sharia seja a única lei penal aplicável a muçulmanos. Haja atrevimento, de novo!

Realmente, a imigração muçulmana, por não se integrar a sociedade que a recebe e pelos objetivos que persegue ao seguirem as ordens de Muhammad, é absolutamente inconveniente e deve ser reprimida. Trata-se, aqui, não de preconceito, mas de autopreservação da cultura e dos valores democráticos ocidentais.

Ali Khamenei era um fiel representante de Muhammad. Fanático, cruel, assassino, perseguidor dos objetivos de destruição dos judeus e dos valores democráticos ocidentais. Em boa hora foi eliminado pelo bombardeio de Israel. Mas a infraestrutura do monstruoso sistema da ditadura teocrática dos Aiatolás (Aiatolá, significa, imaginem: “Sinal de Deus”) permanece intocável. Espero que as potências ocidentais (Estados Unidos, Israel, ...) não descansem enquanto a infraestrutura do mal, que submete o povo do Irã, não for desmontada para sempre.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

Ler comentários e comentar
Ler comentários e comentar

Nossas redes sociais

Facebook

Siga nossa página

Seguir página

Twitter

Siga-nos no Twitter

Seguir

YouTube

Inscreva-se no nosso canal

Inscrever-se

Instagram

Siga-nos no Instagram

Seguir

Telegram

Receba as notícias do dia no Telegram

Entrar no canal

Rumble

Inscreva-se no nosso canal

Inscrever-se

Gettr

Siga-nos no Gettr

Seguir

Truth

Siga-nos no Truth

Seguir