Não importa quem nos representa. Estamos acordados.
Neste domingo, 1º de março de 2026, famílias de norte a sul do país tomaram as ruas em um grito coletivo: “Acorda, Brasil”. A Avenida Paulista reuniu cerca de 20 mil pessoas (ou mais), enquanto em Copacabana mais de 4,7 mil manifestantes se concentraram.
Atos também aconteceram em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia e diversas outras capitais.
O movimento, convocado por lideranças como Nikolas Ferreira e Silas Malafaia, teve como alvo o presidente Lula e ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Entre os presentes, nomes de peso da política nacional como Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado reforçaram a mensagem de que o Brasil não está adormecido.
As ruas pulsaram com indignação e esperança.
Famílias inteiras, jovens e idosos, todos unidos pela convicção de que não aceitaremos a impunidade e que a verdade precisa prevalecer.
Em cada estado, o que se viu foi a reafirmação de que o povo brasileiro continua disposto a lutar por justiça, liberdade e transparência.
O Brasil continua vivo. Não importa quem tente nos calar ou nos manipular. Hoje, mostramos que estamos acordados — e que não voltaremos a dormir.
Jayme Rizolli
Jornalista.