Na hora da morte o aiatolá aprendeu: O mundo não é um jardim de infância...

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A manhã corria calma e aparentemente inofensiva quando recebemos a notícia do ataque certeiro e mortal realizado pelos EUA e Israel de maneira conjunta lá pelos lados do Oriente Médio, que parece desconhecer o que seja um minuto de paz.

O objetivo era mais uma vez o regime teocrático dos aiatolás do Irã, até a data de hoje governado pelo aiatolá Ali Khamenei, que estava no poder como Líder Supremo do Irã desde Junho de 1989, ou seja, quase 40 anos atormentando os iranianos e toda aquela região do Oriente Médio, considerada uma das mais problemáticas do mundo, sob qualquer perspectiva que se olhe.

Em breve resumo podemos dizer o seguinte:

O Irã não reconhece a legitimidade de Israel, que é descrito como "tumor cancerígeno" destinado à destruição.

A ruptura deu-se em 1979, com a chegada do regime dos Aiatolás ao poder.

Desde então, o Irã financia e arma grupos hostis a Israel, como o Hezbollah no Líbano e o Hamas em Gaza.

O Irã desenvolve um programa nuclear que é visto por Israel e EUA como uma verdadeira ameaça existencial à região e ao mundo e recusa a manter transparência em relação ao programa.

Da mesma maneira, os EUA tem relação hostil em relação ao Irã baseada em um longa história de desconfiança mútua, onde o programa nuclear iraniano é um dos pontos centrais atualmente, com o Irã se recusando a obedecer as regras exigidas para continuar operando o desenvolvimento de urânio no país.

Não bastasse isso, China e Rússia, os principais oponentes econômicos e geopolíticos dos EUA, apoiam o Irã, defendendo-o diplomaticamente em fóruns internacionais, bem como oferecendo auxílio econômico e militar.

Compreende-se, portanto, a união entre EUA e Israel no combate a um regime perverso, que persegue e mata até mesmo seus cidadãos que ousam discordar das atitudes ditatoriais impostas de maneira crescente à sociedade iraniana.

E, agora, graças à inteligência israelense e americana, o local da reunião dos líderes políticos e militares iranianos foi descoberto e o resultado aí está:

Todos mortos, entregues por Sedex aos quintos dos infernos, onde serão bem vindos e promovidos de imediato.

Tendo os EUA e Israel feito o dever de casa, agora o restante ficará por conta da população iraniana, que deverá sair às ruas para exigir nova forma de governo que seja o mais distante possível do atual, definido como uma Teocracia Islâmica onde a soberania final reside nos princípios do islamismo xiita, onde a lei da Sharia (lei islâmica) é a base do sistema jurídico e constitucional, regendo a vida pública e a privada segundo os princípios do Alcorão.

Mas por que estou dizendo tudo isso?

Porque era de se esperar que a alegria dos iranianos fosse a alegria de toda a gente que quer viver sob um governo justo e livre. Só que não foi o que vimos.

O meu grande espanto foi a ação em si, esperada e desejada por todo o mundo livre que deseja um pouco de paz possível e que diminuam as tensões naquela área do mundo.

O meu grande desânimo  foi perceber que enquanto milhões de iranianos, dentro e fora do país, comemoraram com riso, choro de alegria e danças o início de uma libertação aguardada há décadas, uma determinada turma estava assim um tanto constrangida, um tanto chateada, olhando de lado e falando as conhecidas tolices de sempre.

E essa turma é nossa velha conhecida, não mais nem menos do que  a esquerda nacional e internacional.

A esquerda atual, hoje tão distante do velho Marx e seus empoeirados proletários ora inexistentes, erigiram novos desafetos, como sabemos todos.

E entre esses desafetos, fato é que eles simplesmente odeiam com toda a força do ser o atual presidente dos EUA, Donald Trump e o primeiro ministro Netanyahu, Israel e todos os judeus do mundo.

Esses são os alvos preferidos dessa esquerda patife, ordinária, ressentida, burra.

São a favor da Venezuela, Cuba, Irã, Hamas, são a favor de tudo o que rasteja, decai, vulgariza, aterroriza, persegue, tortura, mata.

Para imenso azar dessa turma desprezível, tanto os EUA quanto Israel têm líderes com culhões, tudo aquilo que a esquerda não possui, frequentada que é pelos mais fracos, covardes e ressentidos personagens que se tem notícia na História.

Não sabem agir às claras, tomar decisões corajosas e decisivas próprias dos fortes, ainda que nem sempre simpáticas, mas objetivas, e não daqueles que atacam pelas costas, enquanto atuam na superfície com aquela velha tática de lobo em pele de cordeiro,  perigosos, mas disfarçados de inofensivos ou amigáveis, distribuindo sorrisos, desgastando a palavra amor, eles que não sabem o que seja o real significado dessa palavra tão nobre quanto rara.

E foi assim que eu, à busca de maiores informações a respeito do que, afinal, estava acontecendo de concreto no dia de hoje, dou de cara com uma gente esquisita, arredia, na pele de supostamente amigáveis e inofensivos jornalistas, mas  carregados de ressentimentos contra os EUA e Israel, titubeando nas palavras, buscando, dissimuladamente, de alguma forma, criticar os dois países, chegando ao ponto mais baixo da suposta análise quando  uma analista da rede global ter a bárbara coragem de jogar no ar a acusação de que Trump atacou o Irã para fugir da sua ligação com Epstein e acusações de estupro de vulneráveis.

De imediato, pensei: Digam que não ouvi isso, digam.

Um tema tão complexo, um dia histórico, um questão geopolítica que é incompreensível para a maioria dos mortais, tão enraizada está naqueles povos do Oriente, reduzida a pó de traque por uma boçal com ares de grande entendida que com toda a certeza deste mundo não é.

Há mais farsas do que verdades no mundo, e ela hoje se revelou uma delas, e no entanto, estava lá na sua cadeira de analista, com seu carimbo de jornalista na testa, vomitando suas antipatias políticas pessoais como se análise isenta fosse.

Assim como ela, muitos outros. Eu arriscaria dizer quase todos.

São militantes, torcedores, a quem falta honestidade intelectual, inteligência, vergonha na cara.

Criam fatos, inventam teorias, moldam acontecimentos ao gosto do freguês, aparentemente felizes com as mentiras que contam aos seus ouvintes, que lá entram para receber informações, mas que correm o sério risco de saírem menos informados do que quando lá chegaram.

Fiquem bem espertos.

Silvia Gabas. @silgabas

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