Malafaia reage a carta de Bolsonaro

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O pastor Silas Malafaia utilizou sua conta na rede social X, na manhã deste domingo (1°), para comentar a carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No documento, o líder conservador lamenta críticas feitas por integrantes da própria direita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a aliados políticos.

Na publicação, Malafaia declarou que também foi alvo de ataques por ter se posicionado contra investidas direcionadas ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e a Michelle. Segundo ele, vídeos em tom de deboche circularam nas redes sociais mencionando seu nome e sua condição de pastor, em uma tentativa de desqualificá-lo.

Ao analisar o conteúdo da carta, o líder religioso avaliou que Bolsonaro enviou um recado claro a setores da direita que, na sua visão, têm promovido divisões internas. Para Malafaia, o texto reforça a necessidade de união e diálogo nas articulações eleitorais, especialmente em disputas majoritárias e ao Senado.

"O que eu fiz foi me defender desses ataques levianos. A carta de Bolsonaro é uma lapada nesses linguarudos. Ele diz: Numa campanha majoritária, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques a aliados", escreveu o pastor.

Conteúdo da carta de Bolsonaro

A carta, redigida à mão por Jair Bolsonaro e divulgada neste domingo (1°), traz um apelo à unidade entre os apoiadores que compartilham dos mesmos valores políticos. No texto, o ex-presidente manifesta insatisfação com críticas direcionadas por integrantes da direita a Michelle Bolsonaro e a outros aliados.

Bolsonaro também informa que pediu à esposa que intensifique sua participação política apenas após março de 2026. De acordo com ele, a decisão está relacionada aos cuidados que Michelle tem dedicado à filha do casal, Laura, de 15 anos, que está recém-operada, além da assistência necessária ao próprio ex-presidente, que cumpre pena na Papudinha, em Brasília, depois de ter sido condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Em um dos trechos centrais da correspondência, Bolsonaro enfatiza que “numa campanha majoritária, bem como as cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”. A mensagem foi interpretada por aliados como um chamado à moderação e à construção de alianças estratégicas.

Ao final, o ex-presidente agradece o apoio recebido e reforça a importância da coesão política. Segundo ele, o futuro do país depende diretamente da união das forças de direita.

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da Redação