Sem liderança, desnorteado, Irã comete seguidos erros e o estado terrorista caminha para ser dizimado

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Síntese clara e trágica de um regime terrorista que teve escolha e optou por expor seu próprio povo à destruição:

- 130 cidades no Irã atingidas, 555 mortos iranianos.
- Centros de comando atingidos.
- A Marinha iraniana praticamente destruída, com 14 navios afundados no Golfo Pérsico.
- Foram destruídos em 72 horas todo o programa de mísseis balísticos do Irã, 47 locais de lançamento eliminados, bunker subterrâneo de comando de khamenei destruído, 48 líderes militares iranianos com morte confirmada.

A determinação dos EUA e Israel é bem clara: O maior estado terrorista do mundo será demolido, dizimado.

Mas, apesar da situação crítica que enfrenta, o regime iraniano resiste e opta pela pior saída: transformar o conflito numa guerra trágica, atacando seus vizinhos da região, como os Emirados Árabes, Catar, Bahrein, Kuwait, Omã, Iraque e Jordânia.

Essa reação insana foi prevista por Trump e Netanyahu, que prolongaram as tentativas de negociação ao máximo antes de iniciar os ataques, apesar da carnificina promovida por khamenei contra seu próprio povo.

O povo iraniano no exílio comemora, mas dentro do Irã o povo sofre.

Esse estado terrorista tem que acabar, e o mais rápido possível, antes que essa tragédia vire um conflito mundial que se arrastará por meses.

Exatamente por isso, quanto mais intensos e certeiros forem os ataques dos EUA e Israel, melhor para o mundo. Que não pode mais conviver com ataques como o do sangrento atentado de 7 de outubro de 2023 contra Israel ou  o de 11 de setembro de 2001 em New York, onde 3 mil inocentes morreram.

O regime iraniano é uma praga mundial que tem que ser eliminada.

Foto de Marco Angeli Full

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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