Delegado choca ao revelar “a mente” por trás do estupro coletivo no RJ

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Os quatro homens acusados pelo estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, já estão presos preventivamente.

O quinto participante, um menor de idade, ainda não teve a sua apreensão autorizada. Para o delegado Angelo Lages, da 12ª DP (Copacabana), ele teria desempenhado papel central na trama que levou ao crime.

“A gente representou pela busca e apreensão (do menor), até por entender que ele é a mente por trás disso tudo. Ele que tinha a confiança das vítimas, ele que já teve o relacionamento anterior com essas vítimas, uma de 14 anos, a outra de 17 anos. O promotor opinou pela não apreensão, e a gente está aguardando a decisão da Justiça, que ainda não se pronunciou — explicou Lages, fazendo menção a outro crime de estupro que teria sido cometido pelo mesmo grupo em agosto de 2023. — Em relação a essa nova vítima, a gente precisa trabalhar. O fato foi em 2023, e vamos tentar trazer provas para, e se necessário, representar novamente pela busca e apreensão do menor”.

O delegado lamentou ainda o fato de não ter obtido autorização para apreender os celulares e outros aparelhos eletrônicos usados pelos acusados. Segundo ele, é comum que crimes desse tipo envolvam registros em vídeo e troca de mensagens antes e depois dos fatos. A polícia queria acessar eventuais imagens e conversas que pudessem indicar combinação prévia do encontro e reações após o crime.

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