Lulinha pagava parcelas mensais a Kalil Bittar até a PF realizar operação e desbaratar esquema ilícito

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Repasses mensais de Lulinha para Kalil Bittar sugerem uma ligação em torno de valores oriundos de propina.

Kalil Bittar foi um dos alvos da Polícia Federal na operação Coffee Break, que investigou desvio de recursos no Ministério da Educação (MEC).

Lulinha todo mês depositava R$ 50 mil na conta de Kalil. Esses depósitos ocorreram entre  janeiro de 2024 e outubro de 2025.

Ou seja, os depósitos cessaram no momento em que a Polícia Federal realizou a Operação Coffee Break, em novembro de 2025.

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