
Eis o que pensa Moraes sobre o que ele próprio fez em suas conversas com Vorcaro

06/03/2026 às 19:54 Direito e Justiça

Conforme revelado pela imprensa, através de mensagens vazadas de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, o magistrado utilizava para essas conversas o recurso de “visualização única”, enviando mensagens que após a leitura, imediatamente apagam. Resta saber como age Moraes contra pessoas investigadas que utilizam esse recurso.
Pois bem, as decisões e declarações do ministro Alexandre de Moraes, especialmente no contexto dos inquéritos das "milícias digitais" e dos atos de 8 de janeiro de 2023, demonstram uma postura rigorosa contra a destruição de provas digitais, como mensagens de WhatsApp e redes sociais, visando burlar a justiça.
O ministro tem adotado uma postura firme contra a exclusão de mensagens e apagamento de perfis, considerando essas ações como tentativas de ocultar evidências de ilícitos, frequentemente ordenando medidas para garantir a preservação de dados.
No contexto das investigações sobre o 8 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes mantém uma postura de tolerância zero contra o apagamento de mensagens, tratando o ato como uma prova de tentativa deliberada de obstrução de justiça e destruição de provas.
Moraes entende que a exclusão de conversas e o uso de ferramentas de "visualização única" por investigados servem para burlar a atuação do Judiciário e da Polícia Federal.
A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:
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