
Está confirmada a morte do "braço-direito" de Vorcaro

07/03/2026 às 11:00 Direito e Justiça

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, morreu às 18h55 desta sexta-feira (6). A informação foi confirmada pela defesa após a conclusão do protocolo médico que constatou a morte encefálica, iniciado por volta das 10h15.
Mourão estava internado desde a quarta-feira (4) no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Na ocasião, ele havia atentado contra a própria vida enquanto se encontrava sob custódia policial.
Em comunicado, o advogado Robson Lucas da Silva informou que o corpo será encaminhado ao Instituto Médico-Legal para os procedimentos legais necessários.
Investigação
“Sicário” era investigado pela Polícia Federal como integrante de um grupo denominado “A Turma”, do qual também faria parte o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo as apurações, Mourão exercia funções relacionadas à obtenção de informações estratégicas, monitoramento de pessoas e levantamento de dados considerados relevantes para os interesses do grupo.
De acordo com as investigações, ele teria realizado consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos. Entre as bases mencionadas nas apurações estariam sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e de organismos internacionais, como FBI e Interpol.
Os investigadores também apontam que Mourão participou de ações voltadas à remoção de conteúdos e perfis em plataformas digitais. A finalidade seria obter dados de usuários ou retirar da circulação críticas direcionadas ao grupo. Além disso, ele teria coordenado equipes envolvidas em atividades relacionadas ao Banco Master.
Segundo relatos das autoridades, Mourão também teria atuado na coleta de informações sobre antigos funcionários da instituição financeira e na intimidação de pessoas consideradas alvos do grupo.
Em um dos episódios citados na investigação, ele teria participado de uma conversa com Daniel Vorcaro na qual o empresário teria solicitado a organização de um assalto e a agressão contra o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo.
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