
Com estranha rapidez, PF se manifesta sobre mensagens entre Moraes e Vorcaro

07/03/2026 às 11:32 Direito e Justiça

A Polícia Federal avalia que as mensagens trocadas entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro não apresentam indícios de crime, pois não é possível recuperar o conteúdo das conversas. Os registros apenas indicariam que houve comunicação entre os dois, com identificação de datas e horários.
Segundo informações obtidas junto a fontes da investigação, as mensagens foram enviadas por meio do recurso de visualização única. Esse mecanismo impede o armazenamento permanente do conteúdo após a abertura, o que impossibilita a verificação do teor das conversas.
Os dados estão atualmente sob posse da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da defesa de Vorcaro. Diante da impossibilidade de acesso ao conteúdo das mensagens, investigadores afirmam que não é possível formular conclusões sobre o que teria sido discutido entre o ministro e o empresário. Por essa razão, não foi elaborado um relatório específico ao Supremo Tribunal Federal sobre esse ponto.
A situação difere do caso envolvendo o ministro Dias Toffoli, no qual, segundo relatos da investigação, houve registros de mensagens que indicariam cobrança de valores por parte do magistrado relacionada à compra de um resort por Vorcaro.
Diante da repercussão das informações divulgadas, o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo, determinou a abertura de investigação para apurar se o vazamento de dados sobre a troca de mensagens partiu da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República ou da defesa do empresário.
Além disso, a direção da Polícia Federal pretende solicitar explicações à Polícia Penal Federal, vinculada ao Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) do Ministério da Justiça, após a divulgação de imagens que mostram Vorcaro sendo escoltado ao sair de uma viatura policial.
Nas gravações, o banqueiro aparece caminhando com a cabeça baixa e as mãos cruzadas à frente do corpo, sem o uso de algemas. O vídeo da escolta foi divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculada ao Ministério da Justiça, prática considerada incomum em operações desse tipo.
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