Um estado do Nordeste pode surpreender e dar duas vagas no Senado para a direita
07/03/2026 às 21:31 Política
Uma movimentação recente revelou mais um capítulo das articulações para as eleições de 2026, no estado do Sergipe. Segundo informações de bastidores, o agrupamento político liderado pela prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, e pelo prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho, tentou convencer lideranças do Partido Liberal a rever a estratégia eleitoral que vinha sendo construída no estado.
A proposta apresentada ao deputado federal Rodrigo Valadares e ao vereador Ricardo Marques teria sido levada pelo deputado Thiago de Joaldo, que atuou como interlocutor em nome do agrupamento de oposição. A ideia seria alterar a formação da chapa majoritária que vinha sendo discutida dentro do PL.
Pela sugestão apresentada, Valmir de Francisquinho permaneceria como candidato ao Governo do Estado, enquanto as duas vagas ao Senado seriam ocupadas por Eduardo Amorim e Rodrigo Valadares. Nesse arranjo, o nome do Coronel Rocha deixaria de disputar o Senado e passaria a figurar como suplente de Rodrigo.
Ainda de acordo com a proposta, Ricardo Marques abriria mão da disputa majoritária para concorrer a deputado estadual, contando com o apoio do agrupamento político para fortalecer sua candidatura à Assembleia Legislativa.
Entretanto, a tentativa de mudança não prosperou. Fontes ligadas a Rodrigo Valadares afirmam que a resposta foi direta: a decisão já está tomada e não haverá recuo. Após meses de construção política e definição de estratégias, o deputado manteve a palavra dada ao grupo e, principalmente, ao Coronel Rocha.
Segundo essas mesmas fontes, desde outubro do ano passado o cenário político da oposição passou por diversas mudanças, inclusive com recuos públicos de apoio que haviam sido declarados anteriormente. Por isso, a avaliação dentro do PL é de que não faria sentido reconstruir toda a estratégia agora.
Com isso, a posição do partido ficou definida: a chapa majoritária do Partido Liberal em Sergipe seguirá com a chamada “chapa puro-sangue”, tanto para o Governo do Estado quanto para o Senado.
A avaliação dentro do partido é de que manter a coerência política e honrar os compromissos firmados fortalece o projeto eleitoral. Assim, apesar das tentativas de rearranjo feitas pelo agrupamento de Emília Corrêa e Valmir de Francisquinho, a decisão permanece inalterada: o PL seguirá com seus próprios nomes na disputa, consolidando uma chapa inteiramente formada por lideranças do partido em Sergipe.
Além disso, impulsionados pelo crescimento da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência, lideranças partidária acreditam que o PL pode surpreender e conquistar as duas vagas em disputa para o senado, fazendo dois senadores de direita para auxuliar um eventual governo de Flávio.
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da Redação