Novo líder do Irã é escolhido após morte de Ali Khamenei

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O Irã já definiu quem será o novo líder supremo do país, porém a identidade do sucessor ainda não foi anunciada oficialmente. A decisão foi tomada neste domingo (8) pela Assembleia de Peritos, órgão responsável por escolher a maior autoridade política e religiosa da República Islâmica.

A escolha ocorre após a morte do aiatolá Ali Khamenei, que comandou o país por 37 anos. Ele morreu em 28 de fevereiro, no início do conflito militar envolvendo forças dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano.

Apesar da decisão já ter sido tomada internamente, o nome do novo líder ainda não foi apresentado ao público. A confirmação da escolha foi feita por integrantes da própria assembleia responsável pelo processo sucessório. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

“O candidato mais apropriado foi nomeado”, afirmou Mohsen Heydari, representante da província de Khuzestão na Assembleia de Peritos, em declaração divulgada pela agência estatal iraniana Irna.

Outro membro do colegiado, Mohamad Mehdi Mirbagheri, também confirmou em um vídeo divulgado pela agência Fars que uma pessoa já foi oficialmente indicada para assumir a liderança suprema do país.

Após a morte de Khamenei, o clérigo e político Alireza Arafi vinha exercendo funções de liderança interina enquanto o processo de sucessão era conduzido pelas autoridades religiosas.

A definição do novo líder ocorre em um momento de forte tensão política e militar entre o Irã e potências ocidentais. O país enfrenta pressões externas enquanto o conflito na região continua em escalada.

De acordo com informações divulgadas por agências de notícias iranianas, a pessoa escolhida para ocupar o cargo provavelmente é alguém que enfrenta oposição aberta dos Estados Unidos.

Em declaração divulgada pela agência semioficial Nour News, o aiatolá Mohsen Heidari afirmou que a postura americana acabou influenciando indiretamente a decisão da assembleia.

Segundo ele, o país que chamou de “Grande Satã”, expressão frequentemente usada por autoridades iranianas para se referir aos Estados Unidos, teria prestado “uma espécie de serviço” ao criticar publicamente determinados nomes considerados para a sucessão.

As declarações fazem referência a posicionamentos do ex-presidente americano Donald Trump, que classificou como “inaceitável” a possibilidade de Mojtaba Khamenei, filho do líder falecido, assumir o comando supremo do Irã.

“Alguém que enfrenta a oposição do inimigo tem maior probabilidade de ser benéfico para o Irã e para o Islã”, afirmou Heidari ao comentar o processo de escolha do novo líder.

Agora, a confirmação oficial depende de um anúncio público que deverá ser feito por Hosseini Bushehri, chefe do Secretariado da Assembleia de Peritos. Cabe a ele comunicar formalmente a decisão tomada pelos clérigos responsáveis por definir quem assumirá o posto máximo da República Islâmica.

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