Fantástico manda equipe até a Itália, faz reportagem polêmica, corta trechos do "alvo" e o que foi ocultado vem à tona

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O programa Fantástico, da Rede Globo, resolveu divulgar uma polêmica reportagem de quase vinte minutos, no domingo (01/03), sobre um suposto golpe envolvendo o empresário Eduardo Bottura e a viúva, Maria Matuzenetz.

A Globo mandou uma equipe de reportagem até a Itália para espionar, seguir e investigar a vida de Bottura por longos dias - algo que é considerado crime no país europeu. Assista: 

Na publicação da reportagem, o Fantástico estranhamente cortou trechos da entrevista em que fez com o "alvo" dos jornalistas, o próprio Bottura. Porém, o Jornal da Cidade Online teve acesso às declarações completas do empresário.

Segundo Bottura, a TV GLOBO omitiu fatos importantes em todos os processos citados. No caso de Maria Matuzenetz, a emissora não citou que todos os valores reclamados pela viúva estão depositados em Juízo há vários anos, sem que o empresário tenha utilizado qualquer valor.

Ainda sobre a viúva, a reportagem omitiu que as denúncias de Maria foram investigadas em seis inquéritos policiais na Polícia Civil e na Polícia Federal, todos eles foram arquivados.

Veja a conversa entre Eduardo Bottura e a equipe da TV Globo que foi "ocultada" pela emissora: 

 

 

Vale ressaltar que a Globo já foi condenada com trânsito em julgado por ilícitos contra Bottura em dois processos, julgados por duas Câmaras distintas do TJSP, inclusive tendo que publicar um direito de resposta aprovado em Juízo, onde admite ter sido usada para publicar falsos dossiês.

Bottura afirma possuir mais de 45 minutos de gravações e ainda fez um convite ao jornalista que o espionou na Itália:

“Convido o jornalista Mauricio Ferraz a voltar para a Itália, almoçar comigo, na Páscoa, em Veneza, quando os efeitos de seus atos contra a minha pessoa já estarão maduros perante a Justiça Italiana.”
“Eles me atacaram saindo para a academia e mesmo assim gravamos tudo, respondemos tudo e eles, de forma covarde, fizeram uma edição para enganar o público”, disse.

Outro fato que chamou a atenção é que a reportagem foi ao ar quando estava pendente de análise um pedido de indisponibilidade de bens dos controladores do Grupo BUENO NETTO, Adalberto Bueno Netto e Suzana Von Nielander Bueno Netto, por fraudes contra a família de Bottura.

Três dias depois, a Justiça deferiu o pedido, penhorou os terrenos do Parque Global (empreendimento na Marginal Pinheiro) e postergou a análise do pedido de intervenção judicial na administração do Parque Global e de multa por fraude à execução contra os Bueno Nettos. Veja: 

 

A BUENO NETTO é defendida pelo advogado Alexandre Fidalgo, um dos entrevistados no FANTÁSTICO. Fidalgo também é o advogado de Maria Matuzenetz (a viúva apresentada como vítima de Bottura) e da associação criada por BUENO NETTO, seus advogados, empresas e familiares, que se auto intitula associação de vítimas de BOTTURA.

Alexandre Fidalgo é especialista na defesa de jornais e jornalistas. Bottura comentou:

“Protocolamos um pedido para a OAB de Mato Grosso do Sul apurar o uso de uma foto de Raquel (e-mulher de Bottura) tirada pelo escritório FIDALGO em uma audiência em processo sigiloso para alimentar essa máquina de notícias publicadas por Alexandre Fidalgo em jornais que advoga, num uso de meios ilícitos e antiéticos para promoção, captação de clientes e de advocacia predatória”.

Vale ressaltar ainda que outro entrevistado, Cleinaldo Simões, é o assessor de imprensa da Bueno Netto, condenado com trânsito em julgado a indenizar Bottura por falso testemunho e denunciação caluniosa.

Em 2009, esse mesmo assessor de imprensa, utilizou o site da policia civil de Mato Grosso do Sul para divulgar um dossiê similar contra Bottura e isso resultou em dezenas de processos julgados procedentes para condenar todos os jornais que divulgaram o referido dossiê.

Mais de 30 jornais de Mato Grosso do Sul são executados por terem sido induzidos a erro com o falso histórico publicado pela polícia civil do Estado, tendo como fonte Cleinaldo Simões.

“Eu acredito que a Justiça Italiana saberá dar uma resposta legal a tudo isso”, afirmou Bottura.

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